Bate-bola e comentários
Caro professor.
Moro na Colômbia há quase dois anos e acabei de ler um livro ontem de Gabriel Garcia Marquez que se chama "Vivir para contarla" em que o autor narra a sua infância e seu comeco na vida de escritor e de jornalista. Fica evidente que a mística Macondo é sua Cataca natal obviamente um pouco "fantasiada" e é interessante também esse livro pois muitos personagens e fatos que ocorrem em "Cem Anos de Solidao" realmente existiram ou ocorreram na vida do autor e, claro, ele os recria com certa dose de seu realismo fantástico na sua obra mais famosa.
Grande abraco de um leitor distante, mas diário,
Eduardo Colonia.
Buenas Juremir Machado
Misto de espadachim e pajé
Achei no fundo da infância
Com perfume de aguapé
A HISTÓRIA DO TOURO SALINO
DOS CAMPOS DO BORORE!!
Dom Juremir: Esta pequena e prosaica tragédia rural eu ouvi lá na minha longínqua infância(la mierda como o tempo passa a galope...)e agora resolvi botar ela pra fora,para compartilhar com amigos e pessoas da tua estirpe humana e artística.
Gravei (num CD que assim que chegar ao mercado te mandarei)acompanhado pelo meu afilhado Karaí Guedes(que já luziu o seu soberbo talento no Jô Soares)e que é hoje uma das mais promissoras e luminosas vocações de genialidade da nova guitarra criolla.
Aproveito a garupa do e-mail e mando um tema novo que fiz para lançar ainda este mes O BORRACHO FICHA LIMPA.
João Sampaio
Luisão, lembras quando a frase preferida dos gremistas era: "Fiado só quando o Inter ganhar a Libertadores?"
Pois é, agora acho q a frase, tanto de Gremistas quanto Colorados será: "Fiado só quando o Juremir for Patrono da Feira (do Livro, não a feira do tomate).
Mas o legal é q o Juremir faz que nem o Inter nos campeonatos da cbf/globo/stjd, ou seja, sabe que NUNCA MAIS O DEIXARÃO GANHÁ-LO, mas participa SEMPRE, só pra mostar p eles como é, heheheeh E ganha AS AMÉRICAS, e ganha o MUNDO, e não ganha das arbitragens da cbf/globo/stjd.
Mas os campeonatos daqui são assim: que o digam Ênio Andrade, Rubens Minelli, que nunca foram técnicos pra seleção ou o Mário Quintana que "perdia" pros CAMOTINHOS DE FOGO, do sarney, hehehe.
Não te mixa, JUREMIR.
Abç
Elvio
Srº Juremir:
Desculpe minha nova incursão em seus domínios. Mas, como assídua
leitora de suas crônicas, preciso dar meu pitaco (esse termo está na moda):
_ Tenho certeza que o Srº aplaudiu a escolha do Paixão! Foi justo desta
vêz. Eu acho que " êles"pensam assim:
_"O Juremir fica prá depois, afinal êle é nosso mesmo!
Marlene
Afinal, tirante a Arósio, ela é a mulher mais importante nesse triângulo, e garanto que é D. Cláudia que dirige o carro da família até Palomas
para visitares Mamãe.
Lembra de mim ? eu sou a neta do seu Bicca, a gente andou de São Manoel juntos na volta de uma palestra tua e, sem nenhuma quadra de campo, virei profe.
Dou aula em 4 escolas públicas.
Parecem pertencer a planetas diferentes dentro do mesmo estado: escola de segundas, ter e quintas, precariedade é apelido.
Na escola de terças e quartas ( à tarde) é o paraíso na terra: três garrafes térmicas limpas de chá, café e água - pode até se tomar mate no recreio, veja só, banheiro limpíssimo, xerox na hora, esfuziantes" Que posso fazer pela senhora, professora ?"
Lucro da festa junina nessa aí: R$ 4mil reais e caquerada.
Escola de quarta e sexta de manhã: os alunos da oitava devem ter umas 13 folhas no caderno de inglês, e são formando - não adotam livro pois os alunos são carentes e a graninha deles é para gel e máquinas digitais tentativas de tirar fotos dos profes ( bullying, meu nego) dos profes para botar nos orkut da vida.
Como diz o Outeiral: os profes querem, tentam estabelecer relações, os alunos querem "comer" antropofágicamente falando, os mestres.
Escola de quintas à tarde, Ensino médio: tem direção amorosa, treinamento constante e alunos formandos que perguntam, sem noção e na inocência da ignorância: eu lendo e explicando ingleses vindo para a América ( me meto em história e português - interdisciplinaridade ou desconstrução ? ) e lendo emocionada a Declara ção da Independência - que eu já tinha falado antes - que aquilo explicava tudo sobre os gringos, a moça já estagiária acho, em algum órgão público " Para que a senhora tá lendo isso ? "
Eu fiquei tão "desconstrída" que peguei minha declaração e enchi o quadro de " Complete com do ou does". Era isso que ela acha que é aula de Inglês.
Bom, anteontem teu artigo falando dos profes de Palomas me emocionaram, quis ler para a quinta série na aula do meu colega de Português e os alunos riam muito, dei meia volta no segundo parágrafo. Não chorei na hora.
Hoje, quando vais estar na terrinha, na Academia, me rebelei, não fui no treinamento da SEC, não vou na aula à tarde, tá chovendo os cambau e eu to com enxaqueca de carregar livros, artigos, xerox do meu bolso e ser chamada de Lady Gaga.
Cara, o meu style é MAITENA, sacou ? En BUE eu seria ovacionada !
Vou falar com meu terapeuta. Uau !
VALEU a FORÇA .
Um grande abraço e MUITO obrigada por lembrares da gente sempre e sempre, grana não é tudo, não é mesmo ?
Sucesso sempre , muita saúde quando me sobrar graninha eu aço umas cadeiras do jornalismo na PUC contigo,
agora só as do segundo semestre, fora Estatística... ninguém merece !!
um abraço de mãe para mãe na tua mãe
maria camila almeida
56 anos
Caro Juremir!
Sou teu leitor há muito tempo, gosto do teu estilo, de escrever, sei que nas entrelinhas, sai alguma coisa do teu eu interior, mas esta é a vida. Estava na expectativa de ter ver como patrono na feira do livro, mas acredito que tua hora ainda não chegou, mas está perto, tudo tem o tempo certo, "tudo está escrito". Hoje o Paixão, amanhã o Juremir Machado, por que "tu és eterno", aquele escritor russo uma vez disse para uma pessoa "canta a tua aldeia e será eterno", gosto muito quando escreves sobre Palomas, lá de Santana do Livramento, tua formação, tua infância, parentes e amigos...isto é muito bom. CANTA A TUA ALDEIA... O meu maior sonho é te ouvi-lo conversando aqui na minha aldeia para os alunos de história.
Um fraternal abraço do Edegar Lopes
Paros, Paris, Palomas... as sombras da alma nunca se afastam, rondam qualquer cenário, estão grudadas na carne. É a tua Palomas ricamente definida nas tuas letras, nos artigos, na literatura, nos teus feitos jornalísticos. É a nossa Palomas, parte do passado revivido como imaginário nos teus escritos. Somos todos santanenses, mas Juremir, em particular, um palomense (?) emérito.
Parabéns e obrigada pela memória emocional, geográfica, histórica, autêntica de... Palomas.
Bom dia,
Diariamente trocamos idéias pelas paginas do Correio do Povo, principamente pela coluna do brilhante jornalista, as vezes discordando mas na maioria parabenizando-o.
Hoje senti orgulho de se fronteirista e filho de uma Santanese em ler a tua coluna.
Parabens pelo lançamento da tua obra "Trilogia de Palomas", a pessoa que renega o seu passado não possue alma.
Um grande abraço e muito sucesso.
Luiz Carlos Remedi Teixeira.