
Depois, a preguiça me consumiu.
Férias é para ficar de pernas para cima.
A verdade, porém, é mais complexa.
A beleza de Moçambique é tamanha que fico sem palavras.
Estou de queixo caído, perplexo, deslumbrado.

Já fui a muito lugar bonito na vida, mas a ilha de Bazaruto me embasbacou.
A Cláudia não para de rir.

É tudo que gosto: temperatura ideal, brisa, cor do mar, transparência da água e alegria das pessoas.

Fazia tempo que não encontrava gente tão hospitaleira e cordial.
Enfim, não consigo pensar. Só consigo fruir.
Aprendo que no paraíso, com suas contradições, é permitido gozar sem pensar em mais nada.
Como dizia um velho amigo: vou vir sempre aqui.