Ídolo da extrema-direita, Jair Bolsonaro barbarizou no programa Roda Viva.
Disse todas as barbaridades esperadas por seu público.
Afirmou que os portugueses nunca pisaram na África e que a culpa da escravidão é dos africanos.
Garantiu que não há dívida com a escravidão pois ele não escravizou ninguém.
Fez a apologia de Brilhante Ustra, seu torturador de estimação.
Defendeu menos direitos para trabalhadores rurais: É difícil ser patrão no Brasil. Eu podia ter uma microempresa no Rio. Dadas as condições que existem na lei, você é desestimulado. Acho que no campo a CLT tinha que ser diferente. O homem do campo não pode parar no Carnaval, sábado, domingo e feriado. A planta vai estragar, ele tem que colher. E fica oneroso demais o homem do campo observar essas folgas nessas datas, como existe na área urbana.”
Cantou loas à ditadura.
Duvidou mais uma vez do assassinato de Herzog.
Mostrou que matou as aulas de história.
A fraca bancada entrevistadora deixou-se enredar.
Não o questionou nos seus pontos mais frágeis.
Mas ele se mata sozinho. Fala para os convertidos.
Não ganha novos adeptos com seu desconhecimento geral de tudo e com seus preconceitos assombrosos.