Foi um dos grandes da literatura brasileira contemporânea.
Tinha o seu lado maldito.
Viveu para a literatura e da literatura.
O Caderno de Sábado foi buscar reflexões e depoimentos maduros para homenageá-lo.
Léa Masina, Sergius Gonzaga, Deonísio da Silva, Flávio Moreira da Costa e Celso dias falam de Noll.
Um recital de reconhecimento.