Cartas de leitores (4)
Juremir, adorei sua coluna sobre monografias de segunda-feira. Me deu saudade dos meus tempos de Famecos.
Gostei mais da parte do Wagner Machado da Silva. Dê a sugestão a ele de fazer algum trabalho sobre pessoas com deficiência no Jornalismo. Tenho paralisia cerebral e trabalho na assessoria de comunicação social da Secretaria Estadual da Saúde.
Observe, Juremir, quantas pessoas com deficiência você encontra na Famecos. Na minha época (saí em 2000), era só eu. No final da faculdade, encontrei mais dois cadeirantes (e a faculdade, prontamente, providenciou um elevador).
Diga a ele que, qualquer coisa, estou a disposição para ajudar.
Um abraço e bom trabalho!
Gustavo Trevisi do Nascimento
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Muito bem, gostei do o Senhor escreveu sobre o assunto. Se todos redatores escrevessem
assim, quem sabe esse governo endireitasse. Como concordo com todos os leitores que
se pronunciaram no quadro LEITOR. Obrigada. Jandyra
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Juremir, sou leitora assídua da tua coluna e de alguns de teus livros. Sou professora pós-graduada com 14 anos de atuação e ganho a mesma miséria da colega Lea Camelo.Agradeço o teu apoio como colega por transcrever o e-mail recebido ,mostrando de forma clara para os leitores o absurdo deste governo em desvalorizar a maior parcela do magistério,como se os filhos dos gaúchos não merecessem professores capacitados. Ainda não comprei "aquele" livro, por dois motivos: estou esperando o 13º ,pois com o meu salário não posso comprar livros como gostaria, e por estar esperando as férias e com elas o relaxamento necessário para encarar o "famoso". Obrigada. Maria Marcia Estrella.
Gostaria de parabenizá-lo pela excelente explicação feita no jornal sobre o piso e o básico.Essa é a forma que nosso representante (Cpers) deveria se valer para que pais,alunos e toda comunidade pudessem entender o porquê de nossa classe não querer o (aumento) que o governo está nos propondo.Sou sócia e me sinto constrangida pela forma como o sindicato conduz as negociações, utilizando palavrões e xingamentos que não tem nada a ver com a nossa classe, ficando muito evidente o cunho político que segue esse sindicato; pois se a governadora tem que responder a qualquer acusação é a cargo da justiça e não nosso papel. Então coloque-se em nosso lugar, de um lado o governo que nos ameaça com perdas e do outro nosso representante que não sabe negociar . Estamos realmente no meio de uma grande confusão, pena que se aprovadas as mudanças nossas vidas serão prejudicadas para sempre, pois com um salário nivelado por baixo nosso desdobramento em trabalhar em várias escolas será muito maior e nossa aposentadoria com certeza será triste.Ao ler seu artigo chego a sentir um pouco de esperança de que outros profissionais dos meios de comunicação façam a releitura desse plano e de que valorizem essa classe de trabalhadores que, com certeza, fizeram parte de suas vidas e tiveram sua parcela de contribuição na formação do profissional que hoje são. Gostaria e seria justo, que a mídia abrisse espaço para sermos ouvidos, pois enquanto toda essa confusão se propaga , nós estamos em sala de aula, tendo que dar conta de desenvolver um bom trabalho sem permitir que isso atrapalhe nosso desempenho.
Obrigado sua compreensão.
Professora Marisa
E.E.Ed. Básica Padre Fernando - Roca Sales
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MEUS CAROS JORNALISTAS ROGÉRIO E JUREMIR,
Será um imperativo democrático, dar guarida a quem se dispõe a atacar a
democracia?
No programa de ontem, dia 14, alguém mandou um "torpedo" para o
programa, dizendo: "quem gosta de democracia são os políticos que
guardam dinheiro na cueca". E a mensagem tinha uma continuação que não
consigo reproduzir agora, mas que trazia uma degenerada ideia de
democracia. Ora, é o velho discurso, segundo o qual tudo era melhor
quando não havia democracia ou, noutras palavras, quando vivíamos sob um
disciplinador regime militar. É a leitura que faço, acostumado a ouvir
essas manifestações. Só que DEMOCRACIA não é simplesmente cada um dizer
o que bem entende!
Outra indagação: qual será o efeito dessa divulgação indiscriminada de
mensagens dessa ordem?
Hoje, todos - talvez sem exceção - todos os programas de rádio têm o
"instituto do torpedo", que oferece a facilidade do anonimato a quem, de
cara limpa, não sustentaria certos pontos de vista. E eu até acredito
que os radialistas façam certa triagem. Mas não é bastante para impedir
a falta de respeito e a covardia.
Grato por poder compartilhar, com os senhores, essas inquietações.
Cordial abraço, Renato