Juremir Machado da Silva

Cartas de leitores (5)

Cartas de leitores (5)

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Meu amigo Juremir Machado, há muito tempo leio suas colunas no Correio do Povo. Bom, eu sou o Thales, estudante que me formarei esse ano no Ensino Médio. Moro aqui em Tabaí – RS. Juremir, veio em meio deste e-mail saber, conhecer mais sobre política, economia e assuntos atuais com você. Bom, esse final de semana nunca foi tão discutido a fala do nosso presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva. Li o seu texto ”Hélas, deu m.” e achei que minhas ideias estavam muitos parecidas às suas. Por isso, decidi repercutir mais sobre o assunto.
Não defendo aqueles que criticaram o presidente. Perguntaria o seguinte àqueles que o criticaram: Se você presidente, o que você diria? Todos falariam que responderiam aquela ocasião em outras palavras mais cultas. Unanimidade. Não desonrando o povo maranhense naquele dia presente; o que adiantaria o presidente falar palavras bonitas (como se faz em todo discurso) e prometer grandes melhorias? Seria a mesma coisa que um analfabeto querer entender o que está escrito numa bula médica. Muitos o criticaram porque acharam inconvenientes suas palavras diante da mídia. Mas, não esquecemos que o discurso foi para o povo maranhense.
Diante disso, lembro agora das aulas de física. Minha professora sempre dizia que “a força eletrostática e o campo elétrico são inversamente proporcional ao quadrado da distância”. Para a mídia a fórmula é a mesma, quanto maior for a inconveniência ou o momento infeliz de alguém, maior será a exatidão daqueles que vivem de notícias.
Todavia é a mídia a grande alarmante das irregularidades de certos governos. Vamos distinguir. O trabalho de denúncia de corrupção é mais do que maravilhoso. Agora fica crucificando o presidente porque disse uma palavra que é popularmente dita com muita naturalidade, é realmente inconveniente. Afinal no Brasil, como todos já soubemos, o pouco que é feito sempre ficará marcado por algum aspecto, seja a obra da M..., ou da P..., ou da F... . Porém preferimos que obras sejam marcadas por “mancadas” desde que sejam construídas, do que obras que apenas servem de fachada.
Meu amigo Juremir Obrigado por você ter lido meu e-mail. E, estou esperando alguma resposta do que escrevi.
Cara é um prazer pode contatar com você. Minha professora de português adora fazer trabalhos com seus alunos de diversas turmas sobre suas colunas publicadas no Correio do Povo.
Abraço. No aguardo. Thales Cavata
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Boa-noite,Juremir.
Parabéns pelo texto desta segunda-feira, 14/12.
Gostei especialmente do que falaste sobre a monografia do Wagner Machado da Silva.
Enquanto a maioria vem com o velho "papo" de que no Brasil a discriminação é social, tu procuras mostrar o quanto isso é mentira. Na verdade, essa é a forma encontrada para se manter a situação do negro no Brasil do jeito que está (na quase totalidade em precárias condições de vida).
Continues tendo a ousadia de desafiar esses discursos surrados. Cordialmente, Maria Inês Mello
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Juremir, oque significa isto???? Não consigo entender. Voce ,que sempre foi tão recatado ,sair numa foto enorme na capa do jornal . Algo novo está acontecendo. Espero que estejas feliz. Eu estou bem.Minha querida filha está em Paris.Vou de férias para o Rio.Espero encontrar o Chico no bar Jobi do Leblom ou no Atonio´s na Lagoa mas acho que ele está um pouco velho pro meu gosto. Boas festas!!! Adriana.
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Prezado Juremir:
Como bom jornalista e como professor, acompanhaste o que ocorreu com a professora de Viamão que obrigou ao aluno pichador limpar e pintar as paredes que havia danificado na escola. Qual não foi nosso espanto (o meu certamente) ao ver o desfecho do episódio: professora punida e aluno protegido. Aliás, este tipo de "proteção" está acarretando desvios de conduta muito sérios em nossos jovens; vide o que a mídia apresenta diariamente como comportamentos inaceitáveis nesta população. Como professor aposentado da UFRGS, estou indignado com o ocorrido. Em razão do ocorrido, escrevi o texto em anexo que submeti à coluna Opinião do Correio do Povo. Como o mesmo até o momento não foi mencionado no aludido jornal, submeto à tua apreciação para comentá-lo/reproduzi-lo em tua coluna. Como professores que somos, não podemos calar frente ao absurdo cometido. Creio que será assunto de teu interesse, principalmente pela linha de tua coluna e pela tua postura frente a fatos como o mencionado, pois a leitura que faço de teu espaço me encoraja a solicitar divulgação do mesmo. Cordialmente,
Flávio Antônio Cauduro
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