Comentários sem papas no texto
Caro Juremir Quero fazer um agradecimento: obrigada por nos brindar com textos maravilhosos. Todos os dias eu aguardo ansiosamente pela tua coluna, sem falar no teu blog na página do Correio. Eu te adoro, Juremir.
Mônica Faleiro.
Juremir, você é o maior romancista brasileiro da atualidade. Beijos, Mirna.
Parabéns Juremir pelo que você tem escrito no Correio do Povo. Leio diariamente (quase) sua coluna. A sua criatividade é espantosa, é raro encontrar alguém na imprensa com tanta sabedoria e conhecimento. De vez em quando te vejo na TV, gosto da sua forma na condução das entrevistas.Vi uma sobre o poeta Luiz de Miranda. Aquele poeta que as mulheres não gostam ! Elas preferem poetas sem sexo ou que não sejam tão ofensivos. Quando ele envelhecer talvez melhore, jamais será um Mario Quintana, esse sim, viveu como anjo e poeta.
Bueno meu escritor jornalista, bastava talvez dizer tão somente: Parabéns Juremir Machado pelo que escreve e pelas entrevistas. Ta dito.
Se tiver um tempinho visite nosso blog; www.saitica.blogspot.com
Alegria e sorte,
daniel de andrade simões
Este seu último artigo, "Em Nome da Verdade" é sem dúvida alguma escrito por um ser humano de valor moral fora de série.
www.saitica.blogspot.com
Caro Juremir!
Sou sua fã ,é a primeira coisa que leio no Correio do Povo é sua coluna.Parabéns pela forma como voce faz jornalismo, de forma imparcial como deve ser o jornalismo, seu também que é muito difícil não colocar a nossa opinião quando escrevemos, mas voce consegue fazer de forma muito responsável e expressando sua forma de pensar,parabens.JUREMIR em sua coluna de ontem, esqueceste de colocar que não são só os presos do Espirito Santo que ficam em conteiner no RS os alunos e que ficam o que para min é muito mais grave. Outra coisa em sua coluna de hoje falou sobre o periodo da ditadura e a falta de julgamento dos responsáveis ,penso como voce, sou filha de um dos coordenadores do grupo dos 11 e até hoje nada aconteceu as pessoas que prejudicaram meu pai e toda nossa família. Abraços Helena
Boa tarde. Li seu texto de hoje(01/06) e me identifiquei quando escreveu: - Pena que eu não estava lá. Eu também não teria sobrado. Abraço e se ler isso e ter tempo de me responder, indicando algum livro que tenha lido e fale algo a respeito dessa fase triste mas necessária da nossa história agradeço.
Eduardo Golle
Estimado Juremir. Estou aguardando o feriado para assitir o filme "Em Teu Nome", que conta a história do gaúcho João Carlos Bona Garcia.
Em 2004, Junto com outros professores da PUCRS, publiquei o Livro: Sessenta e Quatro para Não esquecer, Editora Literalis, para que mais pessoas (que não viveram na época) tomassem conhecimento das atrocidades do regime militar. No livro coloquei depoimentos de perseguidos: Avelino Bioen Capitani, João Batista Aveline,
João carlos Bona Garcia, entre outros. Depois convidei o Bona Garcia para fazer uma conferência aos meus alunos do jornalismo da PUCRS. O seu relato foi eletrizante, ainda mais, quando contou sua participação no assalto a um carro de entrega de dinheiro a bancos. E acrescentou: Depois do assalto, passei no apartamento, tomei um banho e fui para a aula de engenharia na PUCRS. O silêncio no auditório era tanto que se uma borboleta batesse asas, pareceria um estrondo...
Abraços
Osvaldo Biz obiz@cpovo.net
Bacana a tua crônica de hoje. Parabéns!
JOSÉ ANTONIO VARGAS
Prezado jornalista: Concordo com sua idea de que o bullyng,é termo
impróprio para nós pois conheço esta atitude como perseguição,assédio
moral e implicãncia como disseste em crõnica no c.do povo.E naõ é
novidade pois existe há muitos séculos.A província só descobre isso
mais tarde.E no campo da política internacional há perseguição contra
países como Irã,Coréia,Cuba etc........E só não implicam com a
China,porque épot~encia nuclear econõmica. Ass.Solon
Nessa tua coluna do dia 31/05, "tortura Sempre" pude ter ter um ataque de risos.
Defendes as ONGs, eu também, começando pelas da família Sarney.
Claro que podem existir ONGs sérias, mas o soro é muito mais do que a nata.
Dizes que as cadeias estão lotadas. Deve ser pela eficiência da polícia que prende o criminoso logo no primeiro cometimento de crime.
Somado a essa eficiência, se não fosse esse sistema jurídico tão cheio de recursos protelatórios, existiriam mais apenados lá dentro para serem sustentados do que contribuintes para sustentá-los cá fora.
Também não há a menor hipótese do cacique arrendar a terra ou vender a madeira ou alguma potência estrangeira tão preocupada com os direitos dos povos criar um país nas reservas sobre provincias minerais à maneira como foi feito na operação Panamá/Colômbia.
Também, devido à eficiência da polícia, não existe isso do comerciante, cansado de fazer BOs inúteis, e tendo de manter o seu negócio aberto para sustentar a família, ter de pagar milícia para resolver a parada.
O aborto, no meu entender, deve ser liberado para, bem feito, parar de encher cadeias de abortos mal sucedidos.
E também não existindo invasores de terras (aquelas cenas da fazenda da Cargill sendo vandalizada podem ter sido montadas), não há porque existir pistoleiros contratados por fazendeiros.
Ah! A França! Que coisa linda!
Os perfumes para esconder o budum.
Assististe "A Batalha de Argel"?
Já ouviste falar da batalha de Dien Bien Phu, antes desse capitalismo de segunda classe ser substituído pelo americano?
Claro, fabricaram maravilhas como o Simca (Maestro, um conserto em cada esquina ou Belo Antonio) e Gordini/Dauphine (o leite glória que desmanchava sem bater), fabricam hoje carros com suspensão que é um primor e tiveram/exploraram colônias na Africa que não se desenvolveram, não por causa de guerras civis/tribais, mas por causa do fardo do homem branco.
Ah! Robespierre, Guevara, Mao, Pol Pot, Stalin, o pai dos povos, todos santos que lutavam pela causa!
E Pinochet era um bandido?
Vais se candidatar a que?
Pelos socialistas, facistas ou oportunistas?
Abraços.
Jorge Oliveira
parabens pela coluna Tortura sempre...verdades nada mais que verdades .
Ângelo Knebel
Juremir sobre o teu comentário, isso é o que dá misturar música com religião, não tem nada a ver. não acha? TU É UM FOFO, gosto de ouvir tuas risadas pela manha. TCHAU.
Maria Inês