Como é bom ter leitores (4)
DD jornalista e escritor, Juremir:
"Sobre torturadores", li-o, sentindo que o dever de nós jornalistas é aproveitarmos os espaços da mídia, a fim de relembrarmos às autoridades de que há, talvez, centenas de família esperando os ossos de seus entes queridos, fustigados pela ditadura. A propósito, permita-me lhe remeter um dos meus recentes trabalhos, cuja publicação estou a esperar. Pena que o "Correio do Povo" não alcance o nordeste, pois é em Maceió, onde resido, apesar de paraibano. Ao cabo de poucos dias navegarei na última página de seu livro, "1930 - águas da revolução". Dentro dessa temática há muito o que descobrirmos acerca desse movimento nas pequenas cidades, especialmente dos três estados, RS, PB e MG. Atenciosamente, Inocêncio Nóbrega Filho.
JUREMIR.
Diariamente leio sua coluna no Correio do Povo. Linguagem simples e direta. Gosto muito. Passei a gostar também de Palomas.
Acompanho a “Campanha das Pensões Vitalícias dos ex-governadores”.
Direitos ou não, a lei existe.
Mas não é este assunto que me leva a escrever.
Fiz concurso público para Registros Públicos e em 1986 e assumi um cartório no interior do Estado.
Fiquei eufórica, pois era a profissão certa para mim e em conseqüência teria uma aposentadoria digna na velhice.
De repente num passe de mágica eu e outros colegas tivemos nosso sonho castrado por uma lei unilateral do Estado do Rio Grande do Sul no ano de 2007.
Constituição? Direitos adquiridos? Justiça? Me convenço que é só para os poderosos.
Minha aposentadoria escorregou através da tinta da caneta de “poderosos” e foi mansamente deslizando em papel sujo, amarelado, nos levando ao inferno.
Caso considere o assunto interessante, pediria que dele se inteirasse.
Me perdoe pelo desabafo, mas as coisas continuam a acontecer por baixo dos panos.
Um abraço e desejo muito sucesso em sua carreira.
Marilia Covolan Biazus
Registradora do Registro de Imóveis de Sarandi-RS
Caro Juremir.
Fantastica tua coluna de hoje no nosso CP. Eu até gosto do Ibsen, votei nele no passado, mas tá dificil este PMDB.
Como falam alguns colegas meus aqui do Hospital, vc é o que aquele que está na praia pensa que é.
Abraços
Julio Martins.
Este foi, na minha ótica, seu melhor artigo este ano. Parabéns e obrigada
Sueli Frosi
Caro professor.
Concordo com o teu esntusiasmo pela defesa dos direitos dos negros de passado tao sofrido nesse país, mas senti que na tua coluna de hoje houve uma certa comparacao do sofrimento dos negros com os dos judeus o que é absurdo. Os judeus sofreram durante toda a história da humanidade, mas atualmente nao há sequer vestigíos desse sofrimento na prática. É evidente que o holocausto ocorreu ontem e sim é estudado em qualquer colégio, mas nao dá para dizer que sofrem de preconceitos no Brasil. Pelo contrário. A maioria dos judeus é extremamente aquinhoada no Brasil e em qualquer outro país da América e isso se expande na Europa onde bancos alemaes e suícos até hoje pagam indenizacoes para judeus que supostamente tiveram familiares mortos no holocausto.
Se os negros soubessem usar o sofrimento do passado tao bem como os judeus o fizeram e seguem fazendo, estariam certamente em melhores condicoes.
Um abraco,
Eduardo Colonia
Grande Juremir,
estes dias, num jornal da cidade ( Zero Hora ), escreveram sobre racismo contra um jogador da seleção brasileira sub-20.
Disseram que torcedores imitavam macaos qdo determinado jogador tocava na bola.
O engraçado disso tudo é que o mesmo grupo ( jornal, rádio,etc...) não escreve uma linha quando torcedores gremistas chamam o torcedor colorado de macaco e macacada.
Ou que imitam macacos qdo. jogadores do Inter entram em campo nos Grenais.
Ou quem sabe qdo. torcedores do Inter gritam: ’’primeira prá cá,segunda pra lá’’ e os gremistas respondem : ’’gente p/ cá, macaco pra lá’’.
A imprensa gáucha só vê racismo nos outros. É hipócrita !
Existe um silêncio obsceno em relação ao comportamento de torcedores tricolores.
Há anos que é assim e os hipócritas se calam VERGONHOSAMENTE.
Grande abraço
Sávio R. Silveira
POA-RS
Caro Juremir:
Saúde.
Apreciei muito teu aritgo "Gandaia Nacioanal". Parabéns!
Um forte e fraternal abraço
Vilela
Juremir te cuida com as más companhias, Pra esses mendelskis e Renatos , legal são os Playboys que passam à 120 km/h em carros importados dados pelos pais e não os pobres trabalhadores com seu modestos veículos.
Um abraço e não te contamina.
Rogério.
Parabéns pelos textos dos índios mendigos e o Brasil cartorial! São de arrepiar e suscitar discussões político-pedagógicas...
Isabella Lacerda
Prezado Juremir, sempre leio sua coluna, assuntos palpitantes e bem escolhidos.
Discordo sobre a abertura dos arquivos lacrados pela anistia, pois teria repercussão negativa atual. Onde estavam Tuma, Sarney e outros? Depois, deveria haver punição para os torturadores dos dois lados, dos assassinos dos dois lados, dos sequestradores dos dois lados, dos terroristas dos dois lados. Houve uma guerra suja, não visando a melhorar a vida do brasileiro, mas a ter o poder. Creio que devemos lamentar e chorar as vítimas inocentes mas não procurar revanche que só trará maior sofrimento. A hora é de união para construirmos uma grande nação para todos.
Ademir Machado
Parabéns pelo brilhante texto do Correio do Povo "Gandaia Nacional". Tudo que escrevestes tenho certeza é o sentimento de quase todos brasileiros. É ótimo ter pessoas que podem publicar o que nós gostaríamos de dizer, sem dúvida nenhuma é mais um grande absurdo da política neste nosso maravilhoso e sofrido país. Continue assim e mais uma vez parabéns!!!!!
Grande abraço,
Suzana
Caro Juremir!
Há muito quero lhe dizer que sou sua fã, as vezes falta tempo as vezes
coragem de se expor públicamente. Adoro ler seus textos e sua
demostração de paixão pela Claudia.Sou professora de Educação Física
desde 1981.Trabalhei sob o sol de vários pátios escolares ( o estado
não fornece protetor solar) até 2007 .Problemas de cartilagem e
ligamentos nos joelhos devidos a sucessivos saltos ensinando
voleibol,handebol, atletismo, etc.. levaram-me a cirurgia nos dois
joelhos e afastamento das aulas de Educação Física. Atualmente
trabalho no setor de RH da escola.Embora tenha 29 anos de serviços
prestados à educação,dois pós-graduação( um em Atletismo Escolar e
outro em Psicomotricidade Infantil), um salário em torno de R$ 900,00,
não posso me aposentar pois a legislação atual exige no mínimo 50 anos
de idade.Irônico quando ex-governadores requerem aposentadorias em
torno de R$ 24.000,00 por as vezes menos de 4 anos de trabalho por um
cargo que requer só ser "alfabetizado". "Como dizia o poeta, que país
é este?"...
Att.
Tatiana
PS: a curiosidade esta em email de titulo sentença.
Excelente a sua coluna do dia 26 sobre crianças índias mendigando. Quero aproveitar para dizer que fui à Livraria da Travessa no Rio na semana passada, que você certamente conhece, e o que vejo no balcão dos destaques? O seu "Getúlio". Merecido.
Tonia Schiffer