Conto, geladeira e merendeira
Estimado professor:
Lhe envio humildemente um conto do qual sou autor, em retribuição ao prazer que tive em conhecer seu livro "Getúlio" e seu artigo "Getúlio, romance ou biografía?" Espero que seu conhecimento da língua espanhola escrita seja suficiente, no caso de se animar a ler meu relato, que titulo como "El Repaso de una vida".
Muito atenciosamente,
Federico Bello Landrove
Fiscal do Tribunal de Apelação de Salamanca (Espanha).
Prezado Juremir
Poderia nos informar a data de veiculação no Correio do Povo, do excelente artigo "O Petróleo É Nosso".
Muito obrigado
José Eray Martins
Diretor do Sindipetro-RS
Olá, sr. Juremir.
Eu sou merndeira na Escola Pe. Traezel, há vinte e um anos, cuidando com carinho da alimentação de alunos, dos quais gosto muito; como disse no meu email anterior. E gostaria muito de que o senhor divulgasse em sua coluna o tema "merendeira de escola", pois me realizo nesta profissão. Certa da sua compreensão, agradeço e o abraço com carinho.
Tia Maria - como sou chamada carinhosamente pelos alunos.
Gostei da sua coluna de 19/5, uma verdadeira ode à pílula.
Não é coerente com a sua defesa da subvenção pelo contribuinte aos resultados dos orgasmos privados de quem não tem como sustentar um periquito e arruma uma penca de filhos.
A sua descoberta de que não há nem haverá empregos para toda essa prole dos proletários também é fantástica.
o capitalista/investidor vai para onde dá lucro, indiretamente gerando empregos de forma que não há, por exemplo, como gerar um novo emprego de porteiro se préviamente não se investir na construção do edifício.
Ou o iluminado acha que os empregos vem dos classificados?
Claro que funcionário fantasma não exige investimento prévio em maquinário nem em coisa alguma.
Essa sua defesa da pílula sem dúvida ajuda a minorar a pressão demográfica sobre a economia e portanto sobre o meio ambiente.
E essa crise do SUB prime? Emprestaram à chodra que não tinha como comprar nem uma barraca e queriam receber? Parece país em que o povo não consegue manter uma bicicleta e compra carro em 60 vezes sem entrada.
Se emprestam a quem está quebrado, tem que quebrar também.
Há, já sei, vais sair candidato!
Que maravilha que o populacho vai na escola só por causa da merenda ou para jogar bola não para ter instrução (porque vergonha na cara os pais, se tivessem, deveriam ensinar aos filhos que ficariam importunando em casa) com um professor semi-analfabeto que, se tivese capacidade, já teria passado em outro concurso e estaria fazendo outra coisa.
Mas a faixa tropical, diante de suas imensas riquezas e péssimo material humano, está condenada ao extrativismo.
Diga na sua campanha que isso é por causa da exploração dos países ricos, Ninguém terá a capacidade de perguntar quem a Suécia, Noruega, Finlândia, Coréia exploraram nem como o Japão ou Alemanha deixaram de ser um monte de entulho em algumas décadas.
Jorge Oliveira
Juremir,tudo legal?Lendo a tua coluna de hoje 19.05 me lembrei de uma musica do Belchior,em que ele reverencia a geladeira.O nome da musica é BALADA DE MADAME FRIGIDAIRE.
Uma frase da musica :Afinal,na geladeira,bem ou mal,pôs-se o futuro do País. Um abraço de um colorado de Butiá RS.Roberto Franken