Juremir Machado da Silva

Debord, professores e twitter

Debord, professores e twitter

Olá ex professor!

Teu texto inspirou o post de hoje do meu blog. Confira os rugidos dessa mula em www.vavalindajones.blogspot.com.
Beijo,
Vanessa Irion, vulgo Vavá


oi, juremir! tudo bem?

te sigo no Twitter e outro dia tu citaste Guy Debord, o que me lembrou de algo que há muito tempo queria te perguntar.

já te vi citar Debord outras vezes, me encanta a naturalidade com que o apresenta ao teu público. mas eu queria me aprofundar na obra dele, especialmente no que tange a minha área - comunicação de massa, discurso, mídia. tive poucas leituras de Debord na faculdade, carrego esta dívida comigo e preciso saná-la.

podes me ajudar?

forte abraço! adoro o que escreves!

Vitor Diel

Caro Juremir na coluna de hj que aliás está ótima tu passa duas informações que merecem uma pesquisa maior...tua ou minha rsss...pois sigo o Chaves no Twitter e o endereço dele @chavescandanga, com S e não com Z como publicou hj, este com z ao que me consta é um fake (odeio estrangeirismos rss) e segundo informações que tenho "candanga" na venezuela quer dizer "é fogo" e não "engraçado" como falaste, espero ter ajudado, um abraço
• se eu estiver errado por favor me corrija rsss....aqui né! não em publico hehehehe


Caríssimo Juremir!
Li com muita atenção o artigo e o mesmo fiz na hora do intervalo para as(os) professoras(es) presentes no turno da manhã , no dia 05.05 ( quarta).
Reitero a minha alegria e meu profundo agradecimento pelo que escrevestes. Infelizmente parece-me que os responsáveis pela educação do nosso estado não tem esse entendimento e por isto nos pagam salários tão miseráveis dos quais temos vergonha de falar o real valor.
Trabalho numa escola de São Leopoldo , RS; e nesta escola trabalhamos com muita seriedade e comprometimento. Prezamos pelo comprometimento, a qualidade a inovação na preparação e execução das aulas pelo corpo docente .
Atualmente trabalhamos com vários projetos dentre os quais, quero destacar o do desafio " LIxo Zero na Escola". Neste projeto queremos primeiramente que todos os alunos compreendam a importância de cada um na preservação do nosso Planeta que é a nossa casa....
Poderia escrever longamente sobre o alcance deste projeto porém julgo ser dispensável.
O que quero sublinhar neste nosso fazer pedagógico, é o quanto se faz apesar do indigno salário que recebemos. Por isto faço o questionamento: imagine o que tudo mais faríamos e com que disposição, diante de uma remuneração decente?
Mas... quem sabe um dia...
Um grande abraço!
Professosa de História, atualmente na função de vice diretora .
Renata Fenner Martini
Obs. Lerei este email na hora do intervalo e já posso antecipar que as(os) professoras (es) serão unânimes quanto a aprovação do conteúdo deste.



Concordo com o amigo! Não existe nação desenvolvida sem impostos. O povo é o maior sonegador que existe.Quem exige nota fiscal de todo produto que adquire? Nem eu faço isso.Nós sociedade somos a base do início do erro, portanto não temos moral nem para cobrar dos políticos que fazem suas safadezas nem para exigir a diminuição da carga tributaria.
Abraço, fique com Deus!!
Att.
Moacir Antonio Haboski - moacirah@celesc.com.br
DVDI / SPPC. - CELESC - ARCHA.



Oi Juremir,

Parabéns pela lucidez e coragem em tua crônica "Um gosto pessoal".
Um beijo carinhoso,
Jane
Graça e Paz.


Sr. Juremir, sou diretora do 42º Núcleo do CPERS/Sindicato - Camaquã e recebemos este desabafo com o pedido de que publicássemos. Como conhecemos tua coluna e o teu posicionamento, pensamos que poderías transcrever o sentimento deste casal de professores e demais sócios do 42º, assim como o já fizeste em outras situações.
Segue desabafo da professora em anexo.


A Diretoria do 42º Núcleo do CPERS/Sindicato torna público o desabafo do casal de professores aposentados, o senhor Walter Nery Franz Suriz e Glessy Miguela Macedo Suriz. Esclarecemos que estes dois Educadores são referência para muitos de nossos sócios, pois sempre foram presença firme nas mobilizações da categoria e hoje se mantém como vanguarda.
Esperando que a governadora tome conhecimento deste texto e fique sabendo que não há sentimento pior do que a certeza da indiferença dos governantes para com o povo e seus servidores e em reconhecimento a este casal e a todos os sócios que comungam deste sentimento, segue, na íntegra, o texto da professora:


“AO CONHECIMENTO DO PÚBLICO E DA SENHORA GOVERNADORA

DESABAFO...

Eu e meu marido somos dois professores aposentados, em idade avançada. Meu marido é cardíaco e com o sistema nervoso comprometido, pois trabalhou 30 anos em sala de aula. Eu tive um AVC isquêmico. Deus poupou a minha memória e a fala para fazer este desabafo. Sempre fomos promovidos por merecimento no quadro de carreira do magistério.
Dedicamos nossas vidas à educação e muitos de nossos governantes e líderes na sociedade foram nossos alunos.
Teríamos, hoje, cento e trinta mil reais de precatório para receber do Governo Estadual, dívida esta, de salários não cumpridos pelo Governo do RS.
É constrangedor que, hoje não ganhamos o suficiente para pagar nossos medicamentos e tratamento. O nosso IPE não cobre as despesas com as terapias tão necessárias para mantermos certa qualidade de vida.

Sempre ensinamos que o cidadão deve honrar seus compromissos e somos cobrados por isso! Pagamos nossas taxas e impostos em dia e, às vezes, até imposto de renda.
Só o Governo não precisa cumprir seus compromissos?
Onde está a verdade e a justiça que pregamos e tentamos viver toda a vida?
São dois pesos e duas medidas?

Espero que este meu desabafo cheque aos ouvidos de nossos “representantes legais” no governo, pois esta situação não é só nossa, do casal, mas da maioria dos professores de nosso estado!
“Quando o governo age com descaso e sem compromisso, o povo perde a esperança.” (Glessy Miguela Macedo Suriz e Walter Nery Franz Suriz )

Maria Norma Dumer Tel.: (51) 84214632 ou 51 3671 5081 e-mail: Diretora Geral do 42º Núcleo do CPERS/Sindicato - Camaquã