Destruição da natureza: a culpa é dos urbanos
Caro Juremir: Temos que bater nos "Concretochatos". Que com a vinda da Copa 2014, estão em orgasmos. Esses também amigos dos agrochatos. A Copa 2014 vai ser bom para quem?
Daniel Castro
Prezado Juremir,
Li e analisei atentatamente sua coluna. Sou Engenheiro Agrônomo (tenho um livro escrito e traduzido para o espanhol) e filho de pequeno agricultor e dei assistência (Chapecó, SC) a mais de 45 mil pessoas (estudantes, pesquisadores, professores universitários, agricultores, técnicos agrícolas, Engenheiros Agrônomos), de SC, outros estados e 54 países dos 5 continentes, em manejo conservacionista do solo. Sou ecologista (Mestre em Agroecossistemas pela UFSC, Florianópolis), mas contrário ao Código Florestal antes da mudança atual, visto que milhares de famílias (RS, SC, PR) que cultivam em solos de encostas, teriam que abandonar suas atividades, muitas vezes de subsistência. Aliás, da forma que estão cultivando suas terras, em pequenas áreas entremeadas de matas, de arroios e rios) não provocam, de forma alguma, problemas ambientais. Ser contrário a mudanças no Código Florestal, da forma como foi proposto antes, demonstra que os ambientalistas fanáticos, desconhecem a realidade do pequeno agricultor, muito embora se deliciem dos produtos que os mesmos produzem, mas não sabem de onde estes produtos (leite, carne, verduras, massas, etc.) são provenientes. Aliás, estes "ambientalistas", senão todos, a grande maioria nasceram e vivem no meio urbano, trabalhando em órgãos públicos, em salas acarpetadas, com ar condicionado, cafezinho, etc. Na sabem sobre a penosidade dos agricultores, os baixos preços auferidos, trabalhando 50 ou mais anos para receber a aposentadoria (eu comecei a trabalhar na roça com 10 anos e caminhava 3 km para ir a escola, de tamanco, mas não me queixo por isso, pelo contrário). O grande responsável pelo aquecimento global é o meio urbano (indústrias, automóveis, lixo, esgoto, etc.). Os agricultores que adotam o sistema plantio direto nas suas lavouras (60% da área cultivada no RS) deveriam ser pagos pelo que fazem (créditos), porque o sistema sequestra carbono (CO2 do ar para C orgânico no solo), embora sob condições de excesso de umidade no solo possa emitir N2O, conforme inúmeros trabalhos científicos conduzidos no mundo inteiro.
Excluir o agricultor de suas atividades, conforme propõe o Código Florestal, é uma insanidade mental, um descalabro! Estes ambientalistas, deveriam visitar in loco e conversar com estes agricultores e dizer-lhes que têm que abandonar suas propriedades.
Claudino Monegat
Aleluia, na tua coluna de 16/07 já viste uma réstia (de luz).
Não sou ruralista mas gostaria que tu fizesse uma análise do impacto da proliferação dos proletários através de sua extensa prole na extensão da fronteira agrícola.
Nào te preocupes com o impacto na tua campanha, eles só vão na escola pela merenda e para jogar bola, assim só lerão a parte policial e de futebol.
E na França (futuro país muçulmano)? Tens visto muitas matas ciliares, muitas matas nativas preservadas pelos fazendeiros fora das pirambeiras?
Ou os europeus só preservam a água ao deixarem de tomar banho se enchendo de perfumes?
Ah sei! Servem um tiquinho de nada no prato para não ter de plantar muito!
Jorge Oliveira
CARO JUREMIR:
CADA DIA QUE PASSA JURO PRA MIM MESMA QUE NÃO LEREI MAIS JORNAL, NÃO ASSISTIREI TV, NÃO LIGAREI MAIS RADIO NEM PORRA NENHUMA. TAMANHO O NOJO QUE ESTOU DOS NOSSOS FUCKING POLITICIANS.
SERÁ QUE MERECEMOS? ACHO QUE SIM PORQUE VOTAMOS NELES.
SAUDAÇÕES CORDIAIS
HELENA
SORRY FOR THE LANGUAGE.......