Juremir Machado da Silva

Dez perguntas que não querem calar sobre a reforma do Beira-

1) Se o dinheiro da reforma virá de banco público, BNDES, por que o empréstimo não podia ser feito diretamente ao Inter?

2) Se a AG quer dar como garantias as arrecadações futuras, por que o Inter não poderia fazer o mesmo?

3) Se a AG precisa de parceiros para bancar a reforma, por que o Inter não foi ele mesmo buscar esses parceiros?

4) Se a AG vai faturar R$ 75 milhões por ano, de lucro, oferecendo como garantias arrecadações futuras, por que o Inter não atraiu ele mesmo parceiros para um negócio tão rentável, obtendo as garantias necessárias?

5) Por que a AG não quer correr risco algum no negócio?

6) Será que existe a intenção de se obter um empréstimo a fundo quase perdido, com poucas obrigações de pagamento?

7) O desenvolvimento de obras necessárias à cidade justificaria uma "doação" à AG?

8) Por que o Estado (em todos os seus níveis) tem dinheiro agora para obras fundamentais, que melhorarão nossas cidades, por que não investiram antes sem a necessidade do pretexto Copa do Mundo?

9) Devemos entender que sem a Copa os recursos continuariam guardados e as obras necessárias à população não realizadas?

10) A Copa está caminhando para Humaitá?