Juremir Machado da Silva

Esfera Pública, bullying e outras implicâncias

Esfera Pública, bullying e outras implicâncias


Sensacional seu programa Esfera Pública com Fernando Gabeira. Pois
quando ouvimos alguém com lucidez falar sobre o comportamento dos
ditos esquerdistas, que nada mais são que conservadores fajutos temos
a certeza que escolhemos sempre errado os nossos
representantes.Abraços. Ass. Jair Moraes Santiago-RS.


Juremir,
Lendo a tua coluna de hoje, quero comentar um tema depois de ler a palavra "bullying", que é o uso de palavras "importadas" no nosso dia a dia.
O "bullying" sempre existiu por aqui e em qualquer lugar do mundo, mas bastou ser tema de preocupação geral para alguém apresentar uma palavra estrangeira, que "pegou", para "nomear" a situação.

Não é uma questão de levantar uma bandeira nacionalista, nada disso, mas não teríamos criatividade suficiente para usar ua palavra da nossa própria língua? Será que o termo em português não daria tanto status de preocupação e atenção à própria situação?

Às vezes sou acordado pelo "Wake up" de uma rádio regional...rs...O GNT tinha o "Mothern", por que não "Mãe Moderna"? Acho tão bonito. A NET tem, nos planos especiais, canais de filmes de nome "Emotion", "Action", "Premium", e assim vai.

Já está no piloto automático dos criadores de marcas procurar "de prima" termos estrangeiros para identificar nome de lojas, pratos, marcas de produtos, serviços, programas de rádio.

Cá entre nós, há uma vantagem no uso da língua inglesa para quem cria marcas, ela é pródiga em falar pouco e dizer mais, porém a situação fica sem sentido para quem percebe a alavanche no uso de palavras estrangeiras, para qualquer coisa, diria até mais, parece até falta de criatividade, mesmo.

Abraços
Luiz.


Juremir.

Tua coluna de hoje está muito boa (não é sempre que eu gosto). Uso óculos desde criança e quando ainda estava no primário (sou do tempo do primário) também fui vítima de "implicância". Quando eventualvente retirava os óculos, logo o pessoal começava a dizer que eu era muito feio.

Como tu, eu também reagia. Partia para o confronto físico (na falta de língua ferina) ... mas sem tirar os óculos ...

Por fim, espero sinceramente também ter virado um polemista (por que "normal" eu tenho certeza que nunca fui).

O anexo fala por si, acho.

Saudações.

Breno


Caro Juremir
Sou admirador do que escreves.
Mando um pequeno poema que fiz. Gostaria, se possível, de ter sua opinião.
Atenciosamente,
Israel
--

Meu Coração em Baile Atha Cliath

Nós estamos solitários
Eu, Joyce, ela
no fundo, um campo
e o vento agitando as
folhas de cevada
[um único vento

Não estamos solidários
reunidos, sequer
isso e tudo
dolorido o acaso
em um único dia.

Nem estamos ensolarados
um olhar sem desafio
duro e fosco, embotado
de um único homem
no Espelho.

De resto, a força
e o mergulho, e o
encontro com Teresa
num único sonho;
nada verdadeiro

Sob o Céu de Baile Atha Cliath
Para onde não vou partir
e entretanto, onde não
está
o meu único coração


Bom dia, sua matéria de 27 de maio, é algo de interrese público, o problema que até ficar fora de controle a implicância era uma
atitude tolerada em sala de aula e estimulada principalmente pelas direções das escolas, ali começava a divisão social.
Os e as mais bonitas, os mais limpinhos, quem levava flor e merenda para a professora.
tudo era tolerado menina mostrando as pernas para o professor, só para o professor em troca de nota.
Tudo era normal só que fugiu do controle, boa parte da culpa era dos mestres que sabiam como funcionava a sociedade,
e se aproveitava do contexto para dominar a classe, com esse tipo de manipulação, mas os tempos mudaram, e infelizmente
mudaram para pior, muito bem continue expondo o problema e não esqueça de minhas palavras, havia gente boa 9os mestres )
que viam o problema e em certo termo se beneficiavam com as inplicancias, entre aspas e claro.

Luiz Alberto Pires


Parabéns pela reportagem do dia 26/05/2010 com o título “Dia sem imposto”, excelente foco.
Eventualmente falo em alguns eventos locais que: Por simples que seja uma pessoa moradora de um pequeno condomínio ela sabe que deve contribuir para cobrir os gastos comuns de manutenção de corredores, parte externa do prédio etc. resta discutir o quanto pagar e, cobrar dos administradores onde está sendo aplicado sua contribuição, chamo a atenção no sentido que muitas vezes nos omitimos a participar das reuniões para tratar destes assuntos. Convido para ampliarmos este condomínio vamos chegar a uma cidade, onde o síndico passa a ser o prefeito e a contribuição passa a ser chamada de tributos. Se continuarmos a ampliar chegaremos ao Estado a União. Assim, qualquer cidadão com um mínimo de consciência certamente concorda que pagar tributos é inevitável, restando-lhe discutir o quanto pagar e cobrar mais dos governantes sobre a aplicação do produto da arrecadação. Neste tópico, assim como no condomínio, acho que existe muita omissão, a sociedade precisa se organizar melhor através entidades, associações de classes, buscando meios para acompanhar a aplicação do dinheiro público. As entidades de classe? Não seria o poder legislativo!
Lamentavelmente, se analisarmos um passado recente, do governo Brito para frente, temos que, o governador Brito conseguiu montar uma base de apoio na Assembléia Legislativa, e encaminhou um projeto de aumento de alíquotas de ICMS (1% linear) tendo prontamente sido acolhido, ao final daquele governo as alíquotas recuam para o patamar anterior. Assume Olívio, e encaminha para a Assembléia um projeto que chamou de “Matriz Tributária” aumentando em 1%, não linear, mas, somente em quatro seguimentos da economia, o mesmo grupo que aumentou para o Brito disse ser um absurdo aumentar tributos. Saiu o Olívio entrou Rigotto, encaminhou projeto para aumentar alíquotas em 5% e 4%, nos mesmos seguimentos que o Olívio pediu 1%, a mesma base da assembléia que disse não para o Olívio disse sim para o Rigotto, de forma que o poder legislativo ou, compõe com o executivo e passa a simplesmente a homologar o que o executivo quer, ou então não compõe e não deixa o executivo fazer.
Lendo seu artigo, resolvi manifestar meu apoio pela excelente visão, realmente estes movimentos de imposto “Zero” não passam de utopia, mas, concordo seguramente com o nível de tributos que pagamos deveríamos receber melhores serviços públicos.
Um abraço.
José Favorino Teixeira Chaves

Muito bom. ótimo texto deste polemista que admiro e leio diariamente.
só uma sugestão: ao inves de falarmos bulliyng,vamos dizer implicancia é bem
melhor.temos que deixar de ’’inglezar ’’o nosso idioma.afinal pra que serve
portugues ? vamos nos mirar no exemplo da espanha que não admite os termos em
ingles.
abraço
Sérgio Hickel

Oi Juremir, Há cerca de um mês atrás vc escreveu uma crônica sobre a importância do professor. Eu acabei perdendo o jornal e não consegui recuperar o texto através do correio do povo. Seria possível vc me enviar esse texto, eu gostei muito e queria trabalhar com ele junto aos professores. Um abraço Roséli Cabistani