Juremir Machado da Silva

Lançamento de 1930: águas da revolução

Lançamento de 1930: águas da revolução

Começo e fim de um ciclo.
Nesta sexta-feira, 12 de novembro, a partir das 18h30, na Feira do Livro de Porto Alegre, autografo "1930: águas da revolução". É a minha última sessão de autógrafos do ano.
Só do ano? Quem sabe?
Vou parar alguns meses para refletir.
Fecho meu ciclo Vargas. Publiquei Getúlio e este "1930".
Escrevi 57 textos, que estão saindo, até 19 de novembro, no Correio do Povo.
Dei meu sangue e meu suor a uma época.
Pesquisei muito, trabalhei como um louco, fui feliz.
Nesta Feira de Porto Alegre, estive por toda parte:
Com História regional da infâmia (L&PM).
Como minha "Trilogia de Palomas" a dez reais no balaio da Sulina.
Com "1930" nas bancas da Feira e na promoção do Correio do Povo pelo 51-32161600.
Militei pelos meus livros.
Não respeitei limitei algum.
Entreguei-me.
Agora preciso me retirar.
Penso em parar, em continuar, em cantar tango, em tocar violino, em ser porteiro de cabaré.
Quem sabe?
"1930" sugou a minha alma.
Parafraseando Getúlio, eu vos dei a minha obra, agora vos dou a minha pausa para reflexão.
Posso voltar mais rápido do que imaginam os meus inimigos.
Posso nem voltar.
Quem saber tomo o lugar de Gardel no imaginário da América do Sul?