Leitor manda e fala
Juremir!
Acho, incrivelmente sábio,ou (a) a tua maneira de escrever.
Esquerda ou direita acho que não importa.
Abraços
Ilson
Muito poucas coisas na vida são fáceis simples e diretas. Normalmente quando optamos por respostas rápidas deixamos de analisar alguns ângulos. No caso do trânsito é óbvio que quem é multado não gosta e tem raiva de quem multou mesmo sabemdo que quem multou cumpriu a lei e na quase totalidade dos casos que ouço trata-se de inconformados por terem sido legalmente penalizados, mas alto lá com indútria da multa. Conheço um caso (uma exceção) de uma pessoa que foi multada numa localidade em que nunca esteve, e anular a multa como, o azulzinho ´( como qualquer funcionário que trabalhe em fiscalização ) tem fé pública se o indivíduo não tiver um comprovante de que estava em outro local,. marchou. Por tratar-se de exceção creio que o azulsinho errou a placa ou há um carro clonado, mas se a quantidade das multas influenciar no bolso do funcionário temo que as exceções se tornem mais freq"uentes e praticamente impossíveis de serem provadas. Eu trabalho na fiscalização da secretaria da fazenda e quando entrei também me indignava por que a lei não permitia ganhar mais quando aumentasse as multas. Hoje eu tenho outro entendimento. Infelizmente alguns poucos colegas (mesmo sem vantagens financeiras) usam forçar uma multa se prendendo a detalhes técnicos mesmo sabendo não se tratar de uma sonegação pensando numa chefia ou até simplesmente para serem melhor vistos pela quantidade de "trabalho" apresentada. É muito mais fácil obter resultados numéricos forçando situações duvidosas do que praticando uma fizcalização responsável e além disto é quase impossível a prova da vítima.
Fiscalização sim, indústria da multa não, felizmente os abusos são muito raros ( tanto na fazenda quanto na eptc) sinal de seriedade. a fiscalização tem um objetivo (na sec faz é coibir a sonegação e na eptc coibir as infrações de trânsito) que não é o de arrecadação para isto existem os impostos. O objetivo das multas ( na maioria das vezes bem aplicadas pelos azulsinhos ) é o de diminuir as mortes a cidentes de trãnsito. Não é um fim em si mesmo, é um instrumento a mais como alias deveria ser a propaganda na mídia que não convense nem educa ninguém. Tu que és um escritor e entende da alma humana poderia refletir sobre isto. Eu acho horríveis as mensagens sobre o trãnsito não tocam o sentimento de ninguém é uma propaganda burrocrática, feita só pra dizer que está se fazendo algo, duvido que a coca cola pagasse um pila por uma propagnda desta natureza. não vejo ninguém questionar com seriedade por que é tão comum as pessoas cometerem infrações de trânsito. Outra coisa que se deve questinar é a questão das condições das vias e rodovias. É muito fácil se colocar a culpa na classe média pelas mortes, mas se os governos aplicassem os recurssos arrecadados pelos impostos em melhorias das vias muitas vidas seriam salvas. Já ouvi falar que a construção da Marechal Osório (freeway) mesmo com o aumento do trãnsito redusiu as mortes do tempo em que se ia a praia pela tortuosa estrada antiga. Mas chega de tanto lero sem comprovação eu só queria levantar algumas dúvidas e pedir cautela.
Abraços Eubiratan B Medeiros
Finalmente alguem que concorda comigo em relação as multas.
Sou Policial Rodoviário Federal e médico, e seu comentário sobre a indústria de multa tem muita propriedade.
Ora, é tão fácil não ser multado, é só não cometer infrações, quando as comete, não reclamar da punição, pois o infrator só age assim apostando que não vai ser flagrado, o que é muito difícil face a pouca fiscalização e quando é, pôe a culpa em tudo e todos, menos em sí.
Também já fui multado algumas vezez, óbvio que não gostei, mas realmente estava errado e paguei o castigo merecido.
Gostaria que me enviasse, se possível seu artigo, que repassarei a todos os PRFs do estado e também enviarei a Brasília.
Como médico também estou na outra ponta, cansado de atender feridos devido a erros idiotas de condução, ou por barbeiragem ou por o condutor estar tão acostumado a conduzir errado que acha a imprudência normal.
Exemplo motoqueiros com olho machucado ou perfurado por não usar viseira, braços quase arrancados por dirigir com o braço para fora do veículo, cabeças arrebentadas nos pára-brisas (sem cinto), motoristas mortos atropelados pelo próprio veículo ( caem fora do carro e este os atropela, já peguei dois), enfim, mortes e mutilações imbecis e histórias infinitos a serem contadas.
Estes "motoristas" costumam alegar que a vida é deles e que eles é sabem cuidar de sí, mas na hora do tratamento é via SUS e o afatamento quem paga é o INSS, ou seja, todos nós, sem comentar outros feridos que não o condutor.
A choradeira é grande, e seguido se houve "poxa, vai me multar só por isso?"
"Para multar tem polícia, mas para prender criminoso não tem."
É comun se achar que a lei de trânsito é uma lei menor em relação ao crime em sí, mas quantas pessoas e amigos que conhecemos que foram mortas ou feridas em assaltos e quantas conhecemos mortas ou feridas no trânsito?
Infelizmente a polícia realmente poderia estar atuando mais contra a criminalidade se não precisace perder tanto tempo, autuando e atendendo acidentes com estes "NÃO CRIMINOSOS’.
Grato;
Mauro Gustavo Libório Chaplin
PARABENS JUREMIR P/TEU ARTIGO ’OS CARAS’ CP 22/01.
NA MINHA OPINIÃO TU ÉS TAMBÉM ’O CARA’
Rafael Deoodoro Klafke
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Capão da Canoa