Juremir Machado da Silva

Livros, crônicas e opiniões

Livros, crônicas e opiniões

Cara, tu é um bom demais. Solo é do caralho. Mil desculpas pela palavrinha. Júlio

Boa Tarde Juremir,
Não sou um leitor assíduo de sua coluna, mas eventualmente gosto muito dar uma olhada nela;
Participei também de um evento promovido pela PUC em uma entrevista que você fazia ao Diogo Mainardi, da revista Veja, gostei muito dela e não, não era um dos que gritava "Diogo, traíra da América Latina";
Sou acadêmico de Administração da PUC - RS e gostaria de ter a oportunidade de ter alguma cadeira com você se tiveres alguma que tenha relação com o curso. Admiro muito o seu trabalho, das suas opiniões, e se fosse para eu falar sobre muitos assuntos dos quais fala, talvez eu falaria na mesma linha. De qualquer forma, queria fazer um comentário sobre a coluna de hoje.

Sobre a coluna "Tortura Sempre" tenho até medo de perguntar, mas você foi sarcástico certo?
Pergunto pois, por mais que tenha sido esta a minha interpretação, ali não identifiquei uma "finalização", e fica a dúvida se o que você pensa é de fato o que escreveste ou é de fato o uso do sarcasmo e pensas ao contrário do que escreveste.
Porque a pergunta? Pelo fato da admiração pelo teu trabalho, pois será depreciado caso a tua colocação tiver sido "literal".

Caso seja este o ponto, o uso do sarcasmo, coincidência ou não, logo na página 7 podes ver uma matéria sobre a Associação dos moradores do Jardim Lindóia, mais uma vez, reclamando o ruído das turbinas dos aviões, que vem de encontro as questões colocadas na sua coluna.

Não conheço muito bem o histórico de ocupação dos entornos do Aeroporto, mas tudo leva a crer que caminhamos para um lado um pouco estranho... Digo, o estabelecimento ou empreendimento (seja ele qual for) existe, cresce e o "povo" se estabelece, por algum motivo como desenvolvimento da região, etc, querendo levar normalmente alguma vantagem daquele crescimento, e depois, quando não há mais o que "sugar", o que era bom agora atrapalha, e ai o início da luta para impedir o crescimento e algumas vezes até a alteração do local, como o trem de Curitiba por exemplo, assunto muito parecido.

Com tudo isso, percebo que estamos (a sociedade) perdendo a noção do CERTO ou ERRADO. Sugiro comentário seu ou referência a alguma coluna sobre este assunto, tenho curiosidade do que você, como um bom e polêmico formador de opinião, pensa sobre o assunto.

Sem mais para o momento,
Um grande abraço,

João H. Nienov

boa coluna, parabéns!
cesar westphalen czarwest@yahoo.com.br



Adorei a crônica de hoje e aguardo ansiosa pelo livro de poesias. Ai ai...
Hoje tivemos nosso fim de tarde regado de papos divertidíssimos em seu harém.
Confesso que a traição foi latente. Xará acabou me deixou ansiosa pela leitura de Charles Kiefer. Ela estará me enviando um livro dele com a recomendação de uma certa crônica especialmente.
Entretanto hoje escrevo para lhe falar sobre o seu programa na rádio com o Gabeira. Não assisti e estou curiosíssima. Existe alguma chance de receber cópia da gravação? Como devo proceder ?
Abraços
Marta


SALVE,RISADA SIMPATICA,GOSTARIA QUE O SR SOUBESSE QUE O RECH NOS PASSOU UM CACHORRO,POIS INFORMOU QUE O FELIPÃO JA ESTAVA CONTACTADO E O MESMO,DESMENTIU,E AFIRMOU QUE QUEM DISSE ISTO É O MALUCO BELEZA,SERA QUE SE REFERIA AO RECH? POIS NÓS DORMIMOS PENSANDO NA ANA HICKMAM,E ACORDAMOS COM A ELKE MARAVILHA,COM O CARINHO DE SEMPRE SEU LEITOR JOÃO FRANCISCO DE CANOAS



Olá Juremir. Se relançar, comprarei com prazer a trilogia de Palomas!
Fiquei feliz que citou o meu escritor preferido, García Márquez, em sua crônica de hoje.
Um abraço.
Willame Prado


Juremir,

Li sua crônica de hoje, domingo, 30 de maio. Me emocionei muito, ainda mais porque me identifico contigo. Por isso, te peço que não faça o que está promentendo, és ainda muito novo. Espere chegar à minha idade, 81 anos, e então terás motivo para fazê-lo.
Edite seus livros, mesmo que estes fiquem nas prateleiras das editoras e livrarias. Quando chegar à idade das desilusões ou da sabedoria, poderá fazer o que pensas agora.
Quando eu era jovem, sonhei que ao me aposentar compraria uma cadeira de balanço e uma eletrola - coisa do meu tempo -, e, então, começaria a escrever. Mas, da mesma forma que as chamas um dia viram cinzas, quando chegou a hora de realizar meu sonho, me perguntei quem iria ler meus livros. Com isso, desisti da ideia. Hoje, ao ler o seu artigo, decidi por em prática o que venho pensando ultimamente: vou começar a escrever.
Acredito que, quanto mais vivemos, mais sabedoria e histórias adquirimos. Infelizmente, são poucos que estão dispostos a nos ouvir. Ao escrever, corremos o risco de continuarmos isolados do mundo, sem ninguém a nos escutar. Porém, estou, assim, deixando a minha marca no mundo, mesmo que ninguém nunca venha saber da minha história. Além disso, minhas reflexões também são uma forma de me comunicar comigo mesmo.
O que eu quero com tudo isso é que relfita a respeito, não faça nada que possa vir a se arrepender.
Abraços de sua leitora assídua.



i Juremir, ainda bem que eu não estudei o curso de Direito, seria muito cruel para a minha personalidade admitir que na Constituição há um artigo que diz que todos somos iguais...
Um parlametar , que eu não vou dizer o nome, criou esse projeto das "cotas" na universidade federal.
Agora nesse ano eleitoral eles querem o nosso voto, é uma lástima que nossos políticos criem normas descabidas como aquela que aboliu a CPMF (imposto do cheque) , agora , nossos profissionais, que ditam as nossas regras, colocaram esse tributo nos alimentos , portanto o pobre paga mais...
A corda sempre rompe no lado mais fraco, no caso os trabalhadores que ganham menos, quanto representa , em percentual, a fatia da cesta básica de uma pessoa que ganha R$ 500,00 por mês? Acho que nós merecemos mesmo, e ainda tem gente que reelege esses FDPs... Se não há pão a rainha mandou comer bolachas. Prático, não é mesmo?
Paulo