Juremir Machado da Silva

Livros do ano da Associação Paulista de Críticos de Arte

Os melhores prêmios são aqueles que a gente não espera. A APCA escolheu meu livro "Raízes do conservadorismo brasileiro, a abolição na imprensa e no imaginário social" como livro do ano na categoria Ensaio/teoria e/ou crítica literária/ reportagem. Em 2014, meu livro "Jango: a vida e a morte no exílio" ganhou o prêmio da Bienal de Brasília. Fico feliz por uma simples razão: coroa anos de pesquisa, de descobertas, de leitura de documentos, de organização de dados e de redação de textos dentro dos parâmetros das ciências humanas e ao mesmo tempo para serem lidos.  Não faço livros de vulgarização. Busco resolver problemas, cavar novidades, lançar novas luzes sobre o passado, fazer avançar o conhecimento histórico nos temas abordados e encontrar leitores. Lido sempre com milhares de documentos e com fartura de fontes. Tento fugir do formato padrão da burocracia acadêmica sem perder o rico da apresentação de provas do que é dito.



LITERATURA

  • Grande Prêmio da Crítica: Editora Zahar, pelos 60 anos de publicações pioneiras e relevantes no campo das ciências humanas



  • Romance/novela: "Nunca Houve Tanto Fim como Agora", Evandro Affonso Ferreira. Editora: Record



  • Ensaio/teoria e/ou crítica literária/ reportagem: "Raízes do Conservadorismo Brasileiro", Juremir Machado da Silva. Editora: Civilização Brasileira



  • Infantil/Juvenil: "Calu: Uma Menina Cheia de História", Cássia Valle e Luciana Palmeira, com ilustrações de Maria Chantal. Editora: Malê



  • Poesia: "Dia Bonito para Chover", Lívia Natália. Editora: Malê



  • Contos/crônicas: "Anjo Noturno", Sérgio Sant"Anna. Editora: Companhia das Letras



  • Tradução: Guilherme Gontijo Flores, por "Fragmentos Completos", de Safo. Editora: 34



  • Biografia/autobiografia/memória: "Lima Barreto: Triste Visionário", Lilia Moritz Schwarcz. Editora: Companhia das Letras


Votaram: Amilton Pinheiro, Gabriel Kwak, Felipe Franco Munhoz e Ubiratan Brasil