Juremir Machado da Silva

Lost, Gabeira e eu

Lost, Gabeira e eu

Professor,
Assim como o senhor,não assisto a Lost , estamos no mesmo barcoComo podemos? Madona, Obama e até o Lula e a Dilma podem assistir Será que teremos que pagar um preço muito alto por isso?
Hoje, remexendo em papéis, encontrei uma crônica sua intitulada Pequenas grandezas Lembra? Um pequeno trecho dela: A gente só quer andar pelas ruas. Viajar e, numa cidade qualquer, flanar como se a alegria estivesse na volta da esquina
Andar sem peso, andar de bem com a vida Que sensação maravilhosa deve ser Tenho um amigo que está fazendo a tese na Alemanha e perguntei a ele como estava a situação econômica por lá, se os noticiários estavam falando a verdade Ele me respondeu que só estuda, que deixa para os outros essa parte de arrumar o mundo Não quis magoá-lo, pois a minha natureza não permite isso,mas pensei com meus botões:"para que tanto estudo,onde ele irá aplicar tanto conhecimento, se o mundo se transformar numa porcaria ainda maior? Não foi um pensamento filosófico,não é? Eu o tenho como prático O mundo está a um passo de fazer grandes porcarias com a vida artificial , semana passada anunciada, e as pessoas só se preocupam em arrumar um emprego que dê muita grana Uma incoerência, na minha mísera visão
Gostei da crônica sobre a leitura Leio desde os meus nove anos e sei dos benefícios que ela me trouxe Pelo menos pensar, com minha cabeça, não é professor?
Uma ratificação: a vida artificial poderia ser uma coisa muito boa, se aplicada na medicina, para resolver os problemas do meio ambiente, etc Mas duvido que ela não seja usada para fins de opressão O Homem tem essa capacidade:faz descobertas maravilhosas, ,mas não sabe aplicá-las de maneira que todos usufruam delas
Abraços
Irene


Oi Juremir,
Prazer, meu nome é Bruno.
Adoro ler a tua coluna e gostaria de ilustrá-la.
Minha formação não é de artista plástico, sou arquiteto. Sempre gostei
das ilustrações feitas
para os jornais como a do J. D. Salinger e Sampaulo e, hoje, por algum
motivo acordei como uma
coragem para te mandar esse e-mail.
Já que uma imagem vale por mil palavras neste site você encontrará o
meu trabalho:
http://www.flickr.com/photos/brunomedeiros
Grande abraço,
Bruno Medeiros

Juremir Machada
Muito bem Juremir, é Muito Importante que formadores de Opinião saiam um pouco do discurso para agradar aqueles que acreditam que podem mais pelo fato de terem dinheiro, ou até mesmo grandes formações..
Não sou contra a Bela Formação
Mas nossa Sociedade é moldada para não ter senso critico
Mesmo aqueles que tem belas formações
Ja Vi muito Executivo bater Palmas e concordar quando um Político
Grita Vamos acabar com a CPMF..
Este Mesmo executivo esqueceu que:
Paga mais de Imposto de Renda que muitos que ganham dinheiro fácil neste Pais
e Nada Pagam.
Inclusive este Político que gritou FORA CPMF..
Não seria melhor controlar o Uso desta Verba..
Um Exemplo bem Claro disto são nossos Homens de Recursos Humanos
que na Hora de Contratar um profissional o que faz a diferença é
o fato do Cidadão ter ido trabalhar de Garçom na Inglaterra..
A SUPERAÇÃO de muitos brasileiros é MUITO MAIOR QUE TRABALHAR DE GARÇOM OU EM UMA POUSADA NA HOLANDA..
Aprendi Muito com quem teve pouco estudo,
Mas muita inteligência e humildade
Pouco me ajudaram os que tem a soberba
da Formação
Aaa Sobre o FHC
É um sociólogo que acredita que as formigas tem de trabalhar para aqueles que podem Cantar
E Não precisam de sonhos para alcançar
Um Grande abraço
João Carlos Roir da Silva
Dalponte & Cia Ltda

Saudações Coloradas:
Amigo, permita que o trate assim, pois comecei a conhecê-lo a partir da tua participação no Programa Os Guirilheiros da Notícia e passei a admirá-lo, principalmente, em 2006, quando fostes ao citado Programa com a camisa do nosso Glorioso e Mortal INter. Assisto diariamente O Progama Bom Dia, do Rogério (Coloradão), e me divirto muito com as SACANAGENS que fazem o Reche Carlos (o garanhão dos pampas), com o Rossi (não entende nada de carros - bricadeirinha). Tu, JUREMIR, ESTÁS MUITO BEM NAS FOTOS DO CORREIO: COM AQUELA TOUCA APACHE E CHAPEÚ DE INDIANA JONES, MAS O CHARUTO COMPROMETEU. Me interesei pela touca Apache, se possível diga-me onde compraste.
O Programa Bom Dia, do Rogério, já era bom, mas com a participação BRILHANTE da Helen Brawn, ficou Ótimo. Pretendo conhecê-la pessoalmente, se possível.....
Pedido: gostaria de conhecer os estúdios da Rádio durante o Programa, oportunidade que conheceria Vocês pessoalmente.
Saudações Coloradíssimas (futuro Bi campeão das Américas e do Mundo).
PS. Mandem um abraço para o meu Neto Renatão (também Coloradasso), que no dia 29 estará fazendo 4 anos.
Por favor! leia este a partir das 8 horas, quando da tua participação no Programa.
Se possível permitir a participção do Vilmar Vila, com a previsão do tempo com mais duração, ele é muito engraçado e criativo.
Abraços a ti, para o Rogério e um muito especial para a HELEN.

Dificilmente me deleito com Gabeira.
Mas dessa vez me rendo a seus pareceres sobre o alinhamento ortodoxo com a esquerda e sobre os arquivos da ditadura militar.
Simpatizo com a amada esquerda que neste momento vive dias de glória com Lula, meu rei, aprontando possitivamente pelo mundo afora. Não tenho dúvidas, é o cara.
Mas como um todo, a esquerda consegue aprontar, que inteligências como Gabeira só podem acompanhá-la pelo atalho.
Quanto à comissão da verdade o que percebo é uma indisfarçada intenção de tirar vantagem pecuniária de patrimônio público.
Exagera-se no prejuizo moral e financeiro decorrentes da repressão sofrida para ganhar dinheiro fácil e a varrer. O problema é quem paga. O dinheiro público vem do trabalho de todos os cidadãos brasileiros. Neste caso sou acusado de agente da ditadura, quem sabe um de seus torturadores e instado a pagar a conta, quando, na verdade, me opus a ela, com as devidas consequências.
Como Gabeira, estou interessado em saber o que houve mas não na medida em que isso represente a redenção financeira de milhares. Os heróis não foram tantos. Caso contrário entrarei na fila. Tenho certeza que de alguma forma o Estado já me prejudicou nestes anos todos. E como eles, devo receber meu quinhão.
Olavo Fröhlich