Surgiu um novo Frankstein.
Uma radical transmutação genética.
Parte coronel de direita, parte comissário de esquerda.
Lula + Maluf.
É o terrível Lulluf.
Mais assustador que o monstro do Lago Ness.
Mais poluído que o céu da Pauliceia.
É o monstro da Brasileia desvairada.
Deitado na rede, seu berço esplêndido, ele exclama:
– Ai, quantos cargos!
O novo ser transgênico já ganhou o aval de Luis Nassif.
É o atestado de jornalista chapa branca que lhe faltava.
Será que Carta Capital, a Veja da esquerda, vai apoiar também?
Lulluf é conhecido por Carcará: pega, mata, come e nunca mais larga a teta.
Se precisar, cruza com jegue.
– Ai, quantos cargos!