Mário Sérgio, o gênio
O Inter foi novamente medíocre. D’Alessandro nada jogou. Entrar com Taison, como já se sabe, é jogar com dez. Mas o destaque do jogo contra o Atlético Paranaense foi o técnico colorado Mário Sérgio. Ele tirou o lateral Marcelo Cordeiro e deixou o lado esquerdo sem marcação. Antônio Lopes meteu o veloz Marcinho no setor. Foi um abraço. Por ali, saiu o gol. O Inter achou o empate e até poderia ter achado o gol da vitória. Mas não merecia. Mário Sérgio mostrou a razão de nunca ter conquistado um título. É uma invenção como treinador. Pobre Inter, no ano do centenário, acabar nas mãos de um amador. Melhor, de um aposentado. Eu gostaria de saber quem foi o gênio que indicou o gênio Mário Sérgio para quebrar o galho do Inter. Só pode ser coisa de compadrismo. Afinal, amigo dá força para amigo. E juntos enganam os trouxas. Só o Inter mesmo para cair nesse conto do vigário. O velho Lopes humilhou Mário Sérgio em pleno Beira-Rio. Uma lição para ninguém esquecer. Mário Sérgio já poderia voltar para casa. A sua contribuição para a história dos esquemas táticos está dada.