Quando o Inter ganha, dificilmente comento aqui no blog.
O normal não me provoca.
Os fiascos do Inter me tiram do sério.
Foi uma façanha.
É preciso ser muito (in)competente para tomar dois do Atlético-PR.
Bolívar voltou e a defesa do Inter afundou novamente.
Oscar não existiu.
Jô é muito ruim. Mais um grandalhão daqueles que fazem gols por ser centroavante, mas que não é centroavante por fazer gol.
O treinador Dorival é um desses que ganham fortunas para fazer lambanças.
Começou com Ricardo Goulart, que não jogou um ovo. Foi constrangedor.
Ao final do primeiro tempo, Ricardo Goulart já era um oceânico fracasso.
O técnico resolveu insistir.
Quando o tirou, meteu mais um grandalhão ruim e inesperado, um tal de Alex.
Por fim, tirou Guiñazu e meteu João Paulo, que jogou mais do que todos os outros juntos.
Faz tempo que venho dizendo: não vai dar nem Libertadores.
O Inter está muito ruim.
Sem Leandro Damião, virou uma mediocridade amazônica.
Resta discutir estádios de futebol.
Arena e Beira-Rio, apesar dos raciocínios fanáticos de alguns, são péssimos negócios.
Bons para as empreiteiras que conseguiram abocanhar dois patrimônios espetaculares.
São negócios da mesma natureza. Um perde aqui, outro perde ali.
A competição é para saber quem perde mais.
Claro que ambos se declararão ganhadores.
E cada um exibirá o brinquedo novo com orgulho.
A avaliação só poderá ser feita daqui a 20 anos.
Até lá, teremos tempo de ver muitos grandalhões no ataque do Inter.
Nos últimos tempos, teve Kleber Pereira, Ilan, Luis Carlos e agora Jô.
Todo grandão meio aposentado vem para o ataque do Inter.
O Grêmio também gosta de uns durões para maltratar a bola na frente.
Hoje, teve a sorte de ver André Lima sem condições de entrar em campo.
O problema é que a alternativa se chama Brandão.
Tem jogador que só fortalece o time com a sua ausência.
Eu não duvido que o Grêmio chegue na frente do Inter neste Brasileiro, um em nono, o outro em décimo.
Quem for contestar, capriche no argumento, que não estou com paciência para sofismas.
Com licença que vou esperar o Mário na Cidade Baixa.
Que Mário?
Aquele mesmo.