Juremir Machado da Silva

Matar, cuidar da natureza e outras

Matar, cuidar da natureza e outras

Tua argumentação está impecável.
(Revisando: peca, sim, contra a intolerância, o reducionismo e a arrogância de terceiros.)
Saudações.
Mário Rocha

Parabens pela coluna de hoje, sobre as tentativas de alteração do codigo florestal. Realmente o Beto Moesch e o Dr. Julio Almeida/MP, junto contigo e outros ecochatos, são as nossas esperanças p/ que não sejamos atropelados pelo poder economico q quer destruir o planeta (vide BP no golfo do mexico). Parabens. Continue ignorante. Um abraço do nescio Patricio

prezado juremir:
excelente seus escritos no jornal correio.
parabéns.
Gelsa Soares Verdum

É isso aí. Vá firme que tens retaguarda.
Grande abraço
Antonio Filippini
Vice-Presidente do
GRUMA- Grupo de Urbanismo e meio Ambiente
Fundado em 1990

Juremir
No Diário do Sudoeste (do Paraná) de hoje, 14 de julho, página 4, seu artigo "A lei da selva" está publicado e na assinatura consta seu nome, Juremir Machado da Silva, e na identificação consta apenas como "leitor". Que ilustre leitor, também gostaríamos de ter.
O artigo está também na edição online. www.diariodosudoeste.com.br
A verdade é que sou, antes de tudo, jornalista, e me sinto roubado também quando outros reproduzem textos sem identificar o autor. Sei quanto custa escrever.
Um abraço

Se o bruno tivesse dado 6 balaço na elisa em frente a uma dp, e se entregasse com o cano da arma quente ainda, a essa hora já tava na rua, talvez em campo hoje à noite.
tinha profissão, endereço, bons antecedentes, mais dinheiro pra um bom advogado.
prerstaria esclarecimentos e seria liberado pra responder em liberdade, fácil, fácil.
estaria ao abrigo do que eu chamo de "o direito de matar", garantido pela lei brasileira.
abraços Juremir

Gostaria de colaborar com mais um motivo,penso ser um recorrente motivo,o ódio contido pela mulher(mãe)que abandonou-não amou-traiu-na reedição,emerge o assassino.Abraço da leitora Verginia Silva

Olá Juremir,
ao ler a tua coluna de hoje me permiti complementar teu ponto de vista. Poucos seres humanos matam. Mas quem não mata, vibra com a morte do vilão e seu sofrimento. Ou seja, esta questão de matar e morrer está presente em praticamente toda a sociedade, disfarçados pelos moralismos baratos e a lenda do "amor ao próximo". E este que adora a morte do vilão não é condenado, pelo contrário, acha abrigo na população que concorda e aplaude mais uma novela da vida "real".
Um forte abraço,
Rafael de Albuquerque
Ninibin - Os Craques das Miniaturas


Caro Juremir
A questão envolvendo as razões do homicídio (e do suicídio) passam, psicanaliticamente falando, pelo exame de um construto freudiano que até hoje produz polêmica no meio psicanalítico: a noção de impulso de morte, introduzida por Freud em 1920, coincidentemente ou não no mesmo ano em que o seu câncer no palato foi diagnosticado e em que sua filha, Sofia, morreu com menos de 30 anos vitimada pela gripe espanhola.
Freud postula a existência de um moção primária a qual denominou de todestrieb e que se oporia, na condição de antípoda da libido, ao pleno desabrochar das potencialidades humanas e ao esforço humano para sublimar a agressão e relacionar-se socialmente e amorosamente com os outros. Por ocasião da primeira guerra ele recebeu uma carta de Einstein que indagava acerca das razões da guerra e solicitava um prognóstico psicanalítico sobre o exercício da destrutividade humana, e Freud respondeu-lhe, bastante sombriamente, que este era reservado, na medida em que a libido (impulso de vida ) é mais facilmente sublimável do que o impulso de morte.
Em Winnicott e Lacan, os mais importantes autores freudianamente inspirados da contemporaneidade psicanalítica, a noção de pulsão de morte é redescrita ( Lacan) ou mesmo recusada ( Winnicott). Lacan tratará da agressividade como resposta do sujeito a um Outro vivido como demasiadamente poderoso e potencialmente aniquilador para o eu. É no momento em que o eu humano, essa fascinante ilusão, se vê essencialmente ameaçado que ele investe furiosamente contra aquele que poderá aniquila-lo imaginária e, às vezes, efetivamente. Trata-se, portanto, de uma passagem ao ato estruturalmente determinada e não de uma moção biológica ou instintual, como em Freud. Em Winnicott a agressão é originalmente apresentada como uma força de vida (life force) e somente quando não pode ser colocada a serviço do desenvolvimento sadio do sujeito, por falhas graves da atenção empática que ele deve receber desde o início da vida por parte do ambiente, é que se converte em destruição e ameaça a existência própria e alheia; também a da sociedade. O gesto agressivo (não o destrutivo) é de outra parte, para Winnicott, a base da criatividade individual e da busca da liberdade e da autenticidade na vida e nas relações de maneira geral.
Com mais tempo, espero, conversaremos mais no Instituto Contemporâneo, do qual eu sou professor e supervisor.
Um abraço
Roberto Graña
Psicanalista
Membro Titular da Associação Psicanalítica Internacional
Doutor em letras pela UFRGS

Prof. Juremir boa noite
E sobre as questões: florestal, preservação , sustentabilidade, pressões climáticas, gente pra dedéu, fome e dignidade, capitalXtrabalho, culpaXresponsabilidade...
Literalmente ainda de molho, mas acompanhando o debate para lá de oportuno habilmente provocado por você.
É fundamental reconhecermos claramente as diferentes visões que pressionam o cenário nada tranquilizador. Além dessas, os dados. Tem muita pressão de interesses lícitos e ilícitos – internacionais, federais, regionais e locais – corporativos e pessoais - além do que já foi discutido por aqui.
Não gosto da forma como o Governo Lula conduz temas vitais para todos nós. Irresponsável! Nunca na história deste país vimos o Estado tão comprometido com interesses privados.
Os problemas climáticos e a forte pressão demográfica mundial já não permiti uma legislação geral. O governo precisará fazer a coordenação federativa rigorosa. Importantes decisões deverão produzir resultados muito rápidos.
Defendo a autonomia dos estados e municípios com forte participação da sociedade em relação à área ambiental.
Não há mais tempo. Não podemos delegar tanto. Precisamos discutir essas questões com nossos representantes.
Nunca tivemos uma eleição tão importante. A bola da vez definirá a nova civilização.
Abraços
Marta (a fã carioca)

Juremir. Saudações.
Acompanho seus escritos na coluna do correio do povo, mas hoje não pude resistir dizendo-lhe isto e também para elogiar o conteúdo. Belíssimo o texto deste dia 15.07 sob o título Palmadinha em Criança.
Eu nunca tomei palmadinha de meu pai.... tomava ’tunda de laço’. O meu pai não era domador, era ignorante mesmo.... não morri, e me criei. Sucesso e parabéns. Olivar Schneider

Por que o homem mata?
Bom dia, sr. Juremir!
Mata porque eh burro... lamentavelmente!
O DIABO ENSINA FAZER A PANELA, MAS NUNCA A TAMPA.
Qualquer dia sempre se sabera...
Edima