Para desespero dos que me odeiam
Leitoras e leitoras de todas as idades, profissões e classes sociais manifestam-se sobre o trabalho deste humilde colunista. Vejam:
JUREMIR, sou assinante do CORREIO DO POVO há muitos anos, sendo leitor da tua coluna em primeira mão, assim que abro o editorial, pois é uma abordágem lúcida, atualizada, prática e vibrante, que nos leva a refletir muito sobre a nossa condição de cidadão brasileiro e, especialmente como ser humano.
Bem, estou terminando de ler "GETULIO VARGAS, MEU PAI¨ - Alzira Vargas do Amaral Peixoto - período de 1923 até 1937, logo a seguir estarei encarando o teu "GETÚLIO" , pois estou convicto que ele foi o maior líder político brasileiro de todos os tempos, apesar da minha pouca idade (4 anos de idade), quando do suicídio do mesmo, é inegável o legado que nos deixou, especilamente na área trabalhista e na forma correta de conduzir um governo,a sua contribuição para a melhoria de vida da população e do país,o desenvolvimento da indústria extrativa, etc, superam em muito o ditador que ele encarnou no primeiro governo.
Bem, o meu interesse pela vida deste estadista me leva a te perguntar: Alzira Vargas escreveu ou não livro sobre o período 1938 a 1954?, estou encaminhando esta pergunta a você por acreditar que ao escreveres sobre ele (GETÚLIO), certamente demandou muita pesquisa/prospecção sobre a sua vida e como administrador desta nação verde-amarela, estou certo disso?
Caso existam algumas outras fontes (fidedigna), que sejam do teu conhecimento além da Alzira e do teu, gostaria de contar/saber do(s) nome(s) do(s) livro(s), respectivo(s) autor(es) e/ou editora(s).
Parabéns pelos artigos publicados diaramente em nosso jornal, são simplesmente fantásticos e imperdíveis.
Atenciosamente.
Angelo Franchi -
Parabéns pela perspicácia e obrigada por libertar, por meio da tua coluna de hoje, o grito oprimido de mulheres como eu, que não se conformam com as exigências e padronizações da nossa sociedade moderna.
ps: se todos os professores do Jornalismo da PUCRS tivessem tanto a dizer quanto tu, certamente eu não teria desistido no 4º semestre.
ps 2: sou jovem, tenho 27 anos, e sim, eu leio tua coluna, contrariando tua crença de arrebatar apenas leitoras da 3ª idade.
Saudações.
Kassiana
Olá, Juremir,
ajuda-nos com tuas palavras! Moramos perto do forte-apache dos gaúchos que a cada ano começa mais cedo. Se fossem só eles a brincar de fazendinha, prendas embarrando a barra da saia, não era nada. Mas nossas casas ficam defumadas da manhã à noite, as ruas viram faroeste, não existe semáforo para nem para as camionetes 4 x 4, nem para os chevetes azuis, os taxistas se queixam que são chamados para o trajeto Pronto Socorro para os que entram em coma alcoólica. O pior é que eles não ficam no coma para sempre.
Não vejo razão lógica para os carnavalescos terem nos dado sossego enquanto os defensores do Império possam seguir protagonizando esse patético espetáculo do cetegismo.
abraços
Nazareth
Caro Sr Juremir,
Sou policial militar, recebi este e-mail e decidi encaminhá-lo para sua apreciação. Antes de mais nada gostaria de PARABENIZÁ-LO PELO SEU BRILHANTE TRABALHO E PELA PESSOA QUE ÉS.
Sempre que posso leio a sua coluna no jornal Correio do Povo e lhe tenho como uma pessoa de grande conhecimento e capaz de discernir (como todos os seres humanos porém não o fazemos por completo) muito mais que qualquer pessoa que conheço, além de ter uma ampla visão do mundo como um todo.
Gostaría que, se pudesse, e se for de seu interesse, comentasse a respeito deste e-mail que recebi e estou lhe repassando.
Na minha profissão ja vi muitas barbáries acontecerem, visto que tenho apenas meros 3 anos de Polícia (Brigada Militar) e vejo que a sociedade é capaz de condenar um Policial a matar um bandido. (desculpe se meu português é falho, tenho apenas o 2ºgrau) A sociedade quando se amedronta clama por segurança e quando o PM tenta manter a ordem é acusado de abuso. O que ocorre nos dias de hoje? Quem está errado de verdade?
Ora, pois, todo o trabalho que faço, seja de dia, seja de noite, seja em horários certos, ou laternados, no fim de semana, no natal, no ano novo, no feriado de dia dos pais (eu também tenho um pai), de dia das mães (também tenho uma mãe), no meu aniversário (nem comemorar eu pude!); bem, tudo o que faço é tentar proteger a sociedade, as pessoas à minha volta, contudo, vejo que cada vez mais a Polícia é criticada e humilhada e parece que nenhum Policial tem valor. Ora, também pago impostos, também tenho família, também sou ser humano, quero ser respeitado e gostaría de saber o porquê de a sociedade ser capaz de soltar um bandido do que dar o direito a quem tem. Como que a sociedade é capaz de oprimir quem ajuda e ajudar quem oprime? Como que ela é capaz de não valorizar quem tem direito?
Enfim, escrevo apenas para desabafar um pouco, adoro a sua coluna e seus comentários, gostaria de saber sua opinião a respeito. Recebi o e-mail em anexo e achei por bem remetê-lo a quem tem capacidade de ver além de muitos outros. Se puder, peço que me responda.
Desde ja agradeço, e o PARABENIZO PELO SEU BRILHANTE TRABALHO.
Um abraço,
Policial Militar - Brigada Militar/RS
Caríssimo senhor Juremir Machado da Silva,
Adorei sua coluna do Correio do Povo de 21/08/2010.
Eu também não consigo acompanhar a lógica dos partidos de esquerda e se alguém conseguir me explicar com certeza será , sem sombra de duvidas, o intelectual mais capacitado do planeta. Já os partidos de direita são bem faceis de entender... ("quanto é que eu vou ganhar"... essa é a ideologia da direita e de boa parte da esquerda).
Parabéns pelo seu talento!
Alexandre de Medeiros Barcelos da Silva
Caro Juremir
Discordo de você, quando na coluna intitulada "Minhas Mulheres, você diz que só aquelas de mais idade aprecia sua coluna eu por exemplo tenho 38 anos e adoro ler tua coluna, alias e a primeira coisa que leio no correio do povo .Parabéns pelo sucesso de seu livro.
Rosângela Zorzi
Juremir,gosto da tua coluna, adorei teu livro "Para homens na crise
dos quarenta" que me fez dar gostosas gargalhadas. Há poucos dias
falaste dos teus mendigos que perturbam a tranquilidade do bairro. Eu
também tenho um casal de mendigos (talvez sejam os mesmos) que ha anos
moram na calçada da 24 de outubro em frente aos muros do Gremio
nautico União.(Já ando até me preocupando em eles fazerem usucapeão
deste espaço). Quando ele bebe ofende as mulheres que passam e chega
até a agredi-las mas chamada a PM nada é feito. Eu não entendo bem
esta questão de um rapaz espancar uma senhora e ser preso e mendigo
não. Isto significa que eles estão numa categoria melhor que aqueles.
Telefonei para o setor da Prefeitura responsável e me disseram que
eles vão até lá e os convidam para ir para um albergue mas geralmente
eles não querem porque lá tem que tomar banho e comer nas horas
certas. E tudo se perpetua. Acontece que comprei um apto. na 24 e
paguei muito dinheiro pelo m2. Além disto, tenho que pagar IPTU todo
ano. Será que com esta política da prefeitura não é melhor irmos todos
para a calçada, fazer um chimarrãozinho amigo à tarde e festejarmos
uma vida livre como todos sonhamos?
Att.
Leora
Parabens por sua frondosa imaginação. Nem sempre concordo com suas assertivas e opiniões. Mas a lenha que Você desce sobre a política nacional, principalmente sobre o "partido dos passarinhos" e sobre a "Rede Baita Sol", no final, me encanta muito. Sarcásticamente Você conclui: "Ah, como Palomas é diferente do Brasil! Uau!"
Sou um velho advogado, cansado de lutas. Gosto de política. Sua coluna, pois, me alegra muito.
Carol Majewski