Juremir Machado da Silva

Paulo Coelho e vidas passadas

Paulo Coelho e vidas passadas

Uau!!
Ae Juremir, dei boas risadas com a tua coluna sobre o livro do paulo Coelho.
o trecho que selecionastes ( carvalho sagrado de 500 anos) é patético, o que será que ele pensa quando escreve isto. quem sabe, alguém poderia fazer uma campanha, que daria publicidade, para saber o que o fiel leitor de paulo Coelho acha que o mesmo pensa ao escrever tal trecho. vamos para possibilidades:
"meu público vai gostar"
"meu público vai viajar"
"com isto eu vou faturar"
"isto é parte essencial do meu enredo"
"interessante este trecho... faz-me lembrar o fascinante livro Alquimia ou o extraordinário veronika?" - dando um ar de existencialismo quantico transcendental.
"Hum... vou escrever ’mais de 500 anos’ este carvalho porque me faz lembrar do pau-brasil" - (aff!!!)
"vou terminar este trecho agora e vou ’tentar’ lá no banheiro porque essa prisão de ventre tá me matando"
"vou terminar este trecho e vou correndo para o museu que me espera"
"Nossa! o que eu escrevo é muito bom!!"
abraço Juremir
Henrique

Gostei muito da cronica de hoje sobre o PC.Nossa opinião é a mesma,somente divergimos no quantitativo.Eu só aguentei 02 páginas!!Abraços.
Osorio Meireles

Olá Juremir
Sou uma pessoa comum de Porto Alegre, que nunca comenta nada sobre o que lê ou vê por aí. Não é sempre que eu leio a tua coluna ou mesmo outra parte do jornal. Muitas vezes ele vai direto pras necessidades da nossa cachorrinha, o que é uma pena. Mas a gente corre tanto que o jornal fica vencido muito rápido. Logo tem outro mais novo pra ler.
Quando eu pego o jornal pra ler, sempre dou uma olhadinha na tua coluna porque muitas vezes ela é bastante criativa e com conteudo excelente. às vezes te acho um pouco chorão, mas te perdoo, ou perdôo, não sei.
Mas o que moveu esta montanha pro computador foi essa história do Paulo Coelho. Concordo inteiramnete contigo, já vou te dizendo pra te acalmar. Eu me recuso a ler essas asneiras.
Tenho um irmão que é fã dele, mas tem perdido o entusiamo nos últimos tempos.
Estou solidária contigo por teres esse fardo profissional de ler este autor. Olha que eu não gosto de prejulgar nada. Li até as Violetas na Janela, pra tentar entender porque pessoas inteligentes gostam destes livros espíritas, (não encontrei a resposta) mas o Paulo Coelho eu me recuso. Desta pessoa comum de Porto Alegre, ele não vai ter contribuição.
Não vou alongar muito porque o PC não merece comentários, e sim, esquecimento.
Abraço,
Magda Cristina de Carvalho Barros


Podemos criticar Paulo Coelho pela sua literatura porém, suas escolhas espirituais para mim estão
absolutamente corretas.Tenho certeza que ele como eu e tantas outras pessoas sabem que quando
se avança no "espiritual" não há como voltar atrás é um caminho sem volta.Entramos em outra faixa de
sintonia vibratória com o universo.
Paulo Coelho escreve para o G1 da Globo e seu conceito de vidas passadas está correto.O problema
é que tem certas coisas nesta área espiritual que é melhor ficar de "boca calada".Se não temos como se
impor moralmente e com sabedoria diante das pessoas o melhor é ficar quieto e Paulo Coelho extrapola
as vezes.
Abraços
André

Olá Juremir, meu nome é Sérgio, sou d Porto Alegre e costumo ler suas crônicas do Correio do Povo. Algumas vezes, li suas colocações a respeito das "obras" d um tal de Paulo Coelho. Este costuma se dizer, ao q se sabe, "escritor". Tenho uma dúvida q me corrói, por isso, apelo para vc, q me parece sensato, inteligente e sensível. Eis a questão: Como pode um homem, como o citado acima, com narrativas tão rasteiras e óbvias, fazer tanto sucesso? E o pior é que seu sucesso atinge também o dito "primeiro mundo" : Europa, EUA,etc. Fico pensando até na possibilidade de que, por trás daquelas "narrativas", aparentemente simplórias e, pq não dizer, patéticas, se escondem os maiores mistérios que o mundo nos esconde, porque a partir do momento que vemos um cara como este ser considerado alguém que faz "literatura", não podemos deixar de refletir, até se esgotarem, as possibilidades. Tenho pensado também q este pode ser o sinal claro de que o mundo está de fato acabando e que não teremos para onde fugir, a não ser correr para valas comuns, onde encontraremos as personagens dos livros deste senhor: o tal do mestre J, o alquimista, uma tal de Brida, alguns duendes, etc. Vc percebe q também sou teimoso e persistente, tanto q cheguei a ler essas "coisas". Estou a ponto de cortar os pulsos. Me ajude, por favor, me dê um norte, estou perdido neste labirinto literário que Paulo Coelho nos apresenta em suas narrativas. Quero sua ajuda porque não consigo andar sozinho neste campo minado. Se vc não me ajudar terei que pedir ajuda ao Coelho, pq ele seguramente me mostrará os caminhos q preciso percorrer.
Quero acreditar q vc não me deixará na mão neste momento tão difícil da minha vida, então t agradeço antecipadamente.
Abraço! Sérgio - srlrossoni@yahoo.com.br


Juremir, muito pertinente (como sempre) o tema da sua coluna de domingo.
A questão é... necessidade e desejo para o que mesmo? O desejo não pode ser um fim em si mesmo, nem poderia nos levar por qualquer caminho.
Muitos desejos que estão aí no imaginário nascem de empresas e instituições que vendem a necessidade de se ter necessidades, um ciclo vicioso e pernicioso sem fim.
Abraço
Luiz.

Pegue uma garrafa e encha com água,areia,cinzas e algumas pedrinhas.Agite-a e
coloque numa mesa.Após um tempo verá que as pedrinhas que são as mais pesadas
se assentaram no fundo e os elementos mais leves ficaram acima delas.Acima das
pedras você verá partículas de areia e ,depois,de cinza.Ao redor de tudo está água.
A água é o elemento mais denso de todos e está na região mais alta,onde nenhuma
outra matéria pode ficar.Ao mesmo tempo,a água é encontrada em todas as divisões
da garrafa.De maneira similar,a cinza é o próximo elemento e,nesta região,não são
encontradas areia e pedras;porém ao mesmo tempo,a cinza é também vista na divisão mais
baixa da garrafa.Portanto,a segunda divisão possui dois elementos-água e cinza.A
seguir,na terceira divisão você encontra areia,cinza e água,mas não pedras.Na quarta,
você vê todos os quatro elementos- água,cinza,areia e pedras.
Afinal, o que quero dizer com essa analogia da garrafa?
Que todos nós possuimos todos elementos da criação do universo em nós.Se acessarmos
os mais grosseiros viveremos apenas a vida material.Porém se começarmos descobrir que
temos elementos mais sutis nossa experiência humana muda.O despertar do Kundalini
faz viverciarmos os 4 elementos da garrafa.Portanto apenas EXPERIMENTE!
Há coisa que não podem ser nunca ditas apenas sentidas.E talvez Paulo Coelho fale demais as
coisas sentidas que a razão desconhece.
Abraços
André

Teriamos tido muito mais sorte se ao invés de paulo coelho tivessem reeditado malbatahan.
Hilton Santos Couto

..eu aprendo muito lendo Juremir:
aprendo que a humanidade não é confiável, continua pobre de espírito e, embora
o desenvolvimento tecnológico e científico seja extraordinário, o imaginário
permanece subdesenvolvido.
Niura