O PV contratou casamento com o PDT.
A prova disso é que entrou na frente de partidos destinada a apoiar José Fortunati.
A festa foi marcada.
O salão, com dinheiro do noivo, o PDT, foi alugado.
A certidão pré-nupcial foi assinada.
Na véspera do ritual da troca de alianças, o PV foi seduzido pelo PT.
Largou o noivo no altar.
Claudio Ávila, dirigente do PV, fez está pérola de declaração para o Correio do Povo: " Bom, se o Villaverde cumprir tudo o que prometeu, a gente desconvida esse pessoal do PDT e convida dos do PT, ou adia o evento". Isso é que indepência partidária e aliança programática.
A prova de que as alianças já haviam sido trocadas com o PDT está no documento que segue. Basta clicar em "open publication, caro leitor, para saber com pode acabar uma troca de alianças com um troca de casal. O PV tirou Fortunati do altar e botou Adão Villaverde no lugar.
Isso é que é pós-modernidade.
Ou, como diria Gilles Lipovestsky, o "império do efêmero".