Recebi de um amigo um email contendo teu texto de ontem no Correio do Povo. Concordo em gênero e grau com tudo o que ali está. Eu acrescentaria que para haver uma real valorização da educação e dos professores, o estudo e aprendizado deveriam ser obrigatórios para qualquer pessoa, da mesma forma como é obrigatório o serviço militar. A partir da obrigatoriedade se criaria a necessidade, o professor seria encarado como um ser necessário e não mais um ser que ali está para atrapalhar a vida de quem não quer estudar. No Brasil existem leis obrigando aos pais enviarem seus filhos à escola, mas não há lei alguma que obrigue a pessoa a estudar. Estudando ou não ela terá sempre os mesmos direitos de qualquer outro cidadão. Na minha tese, o direito eleitoral de votar e ser votado, a pessoa somente conquistaria após a conclusão do ensino fundamental, então já numa condição de “cidadão pleno”.
Em anexo um texto que elaborei após as eleições de 2006 onde explico com mais detalhes a minha tese.
Cordiais saudações.
Ivo Wenclaski
Canoas RS
Caro Juremir,sou professora e, quando não tenho tempo de ler o jornal, sua coluna não deixo de ler. Arquivo todas em uma pasta "JUREMIR", mas antes disso, coloco no mural da escola, comento algumas em sala de aula, enfim, vários professores comentam a mesma. Já virou hábito na Escola a pergunta: Leu o Juremir hoje? Admiro você por não estar atrelado, pela coragem, pelo estilo... Há muito tempo quero dizer isso. Saiba que nossa categoria o admira e, pelos poucos jornalistas como você ainda vale a pena assinar o jornal.
Abraços,
Lúcia Solange
Lagoa Vermelha