Juremir Machado da Silva

Sobre a professora assaltada (2)

Sobre a professora assaltada (2)


Olá Juremir, estou escrevendo somente para lhe parabanizar pela coluna do correio do povo que vc escreveu...mãos ao alto professora...é a realidade dos nossos dias, sou filha e sobrinha de professores então sei bem do que vc está falando. É um texto para ser lido e comentado, sem dúvida, e por conta disso, repassei ele a todos os meus ouvintes, eu trabalho na rádio comunitária navegantes de ronda alta - Rs, porque achei magnífico, mtas pessoas ligaram para sabe se tinha sido eu que teria escrito...( quem dera), obrigada por contribuir sempre com a sua inteligência, engrandecendo o nosso hábito de leitura.Um abraço. Graciela Raimondi, Rádio Comunitária Navegantes Fm - Ronda Alta- RS.

 
Caro Juremir
Agradeço em nome dos professores que formam meu grupo de trabalho pela tua coluna.
Hoje cedo li para meus colegas, grupo pequeno, maduro em idade e experiência. E ficamos emocionados. Alguns de nós já com seus 60 anos nas costas ainda lutam por uma educação digna como o único caminho para uma sociedade igualitária.
 
Obrigada pelo respeito e carinho que colocaste nas tuas tão bem escritas palavras.
 
abraço de leitora que acompanha diariamente teus escritos.
 
Cláudia Pinheiro Machado Prates

 

 

Velho Juremir
Não rangi os dentes quando da Declaração de Teerã porque sabia que era armação da grossa. O baixinho iraniano veio aqui no Brasil e "tramou lingua" com o baixinho brasileiro e armaram a farsa: o baixinho iraniano prometia enviar 1.200 Kg de urânio para a Turquia e dava uma de bom moço; o baixinho brasileiro dava uma de estadista. A Turquia entrou de gaiata na história. Só que a rapaziada já está escaldada com estes embustes e não engoliu. Eu, que sou trouxa não engoli, muito menos Hilário, o cético. Maniqueu falou de cara que era fria. Até o cego Borges viu que era trampa. Tu, que não és nem um pouco trouxa faturou um artigo. Desculpe se não consegui ser cínico como tu, se fui chato já estou satisfeito. Algum dia nós dois seremos malditos. Um abraço
Selmar Salles Teixeira