Sobre as mortes em Palomas e outros recados (3)
Bom dia, Juremir!
Sou um comunicador social, com habilitação em Publicidade e Propaganda,
formado pela PUCRS. Atualmente trabalho com design em minha terra natal,
Vacaria/RS, e sou diretor de comunicação da prefeitura daqui.
Estou escrevendo porque tenho lido diariamente a tua coluna. Já havia tido
contato contigo porque fostes meu professor em alguma cadeira da faculdade.
Confesso que me arrependo por não ter absorvido melhor o teu trabalho,
quando eu estava por aí, porque poderia ter aprendido mais contigo,
que é hoje um dos intelectuais gaúchos mais influentes, na minha opinião.
Bem, só gostaria de te parabenizar pelo trabalho e te dizer o que tu já
deves saber: os brasileiros precisam de palavras, de boas e verdadeiras
palavras. Das tuas palavras.
Forte abraço,
Afrânio Scolaro
Diretor de Comunicação Social
Prefeitura Municipal de Vacaria
Juremir
Sou assinante do correio e acompanho sua coluna diariamente.Com relação a coluna de ontem, dia 2 de março de 2010, tu relatou que o sr Eliseu Santos carregava uma arma no porta malas do seu carro porque temia sequestros.Na minha visão, acho que carregar a arma no porta malas não traria nenhum tipo de segurança, já que para que pudesse acionar esta arma precisaria de um tempo maior ou alguma colaboração dos sequestradores.Quando ocorreu o assassinato do sr Eliseu ele estava armado e feriu um dos agressores.Conclui-se então que ele teve tempo de retirar a arma do porta malas para se proteger.Se fossem sequestradores que estavam de tocaia, certamente não esperariam que ele se armasse para depois agirem, podendo sofrer ferimentos, o que ocorreu.Fica forte a tese de que pode ter ocorrido um assalto com as consequencias já conhecidas.
Att
José Abreu Filho
Excelente artigo, Juremir. Assino embaixo. Parabéns!
Carlos Pinent
Nunca me filiei a partido político nenhum, pois sempre acreditei em sua tendência a mudanças de postura, pelo pragmatismo no exercício do poder conquistado, como já salientaste falando sobre o governo Lula.
Tomemo-lo como exemplo, mantendo a política econômica do FHC e usando no discurso um parâmetro extremamente neo-liberal como “risco país”. Podemos então seguir considerando o PT como esquerda pura? Veja bem caro cronista, não estou perguntando se tal partido pode seguir a ser considerado esquerda anacrônica, simplesmente se pode seguir a ser considerado esquerda pura, que deixou ou foi expulsa do partido quando este começou a compactuar com idéias neo-liberais, tais como a contribuição de inativos ao sistema previdenciario?
E o PSDB, pode ser considerado partido de centro, pois apesar de trazer em sua sigla o ideal social democrata nunca o foi, visto que em quase toda a sua história coligou-se com o PFL, que também mudou, mas só no nome?
Qüestões para pensar caro cronista, pois a “magnética” da história por veszes altera o lado da moeda. É cara ou coroa? Hoje tende a ficar em pé...
Giovani Bermann
Prezado Juremir
Lendo tuas colocações acerca do movimento tradicionalista, me veio a cabeça a seguinte indagação:
Qual e a tua proposta?
Diante de toda essa "propaganda" contra o tradicionalismo (que fique claro que concordo contigo em vários aspectos. Não me veja como um radical do MTG), Eu sinceramente não entendi qual seria a solução a ser tomada.
Certamente, abnegar costumes não deve ser.
Como, então, tirar essa idéia do senso comum de que o Gaúcho é superior (idéia da qual eu não credito exclusivamente à filosofia tradicionalista), sem que os costumes e as relações culturais do nosso estado não sejam afetadas?
Se tiveres tempo - e paciência - me responda! Ficaria muito grato.
Um Abraço!
André Augusto Dressler - Três Passos/RS.
Prezado Juremir:
Estou lhe escrevendo por ser, voce, uma pessoa que demonstrou haver entendido a situação do Magistério Publico Estadual, conforme coluna publicada no Correio do Povo no ano passado.
Quando se fala em diminuir a diferença entre quem ganha mais com quem ganha menos, não entendo que deva referir-se à mesma categoria. Existem categorias, cujo nível de formação, equivale ao exigido para exercer o magistéiro, mas, cujo o salário médio é infinitamente maior do que o do magistério. Entendo que se deve diminuir a diferença de salário entre as diversas categorias. Não entendo como nossa governadora que propos aumento somente para os professores que ganham menos, para diminjuir a diferença com os que ganham mais. Ocorre que, os professores que ganham mais, também possuem salário baixo. Não é aceitável permanecer sem aumento.
O objetivo de enviar este e-mail é solicitar a sua ajuda no esclarecimento ao público. O magistério não está de má vontade. Está, sim, com mau salário.
Grande abraço. A sua coluna é um dos motivos porque assino o Correio do Povo.
Ires Parisotto Caldieraro