Gostaria de expressar um imenso bem estar que a leitura de sua coluna de hoje no Correio do Povo.com.br me proporcionou. Nos últimos tempos, andar de bicicleta em Porto Alegre tornou-se algo muito além do simples ato de equilibrar-se sobre duas rodas e sair por aí pedalando. Agora, além de esporte, lazer, entretenimento, meio de trasporte, o uso da bicileta na capital é também uma forma de ativismo.
Creio que a aquisição deste último atributo por boa parte dos que andam de bicicleta é que tem causado temor no poder público municipal. Um poder público que, ao contrário desse pessoal do Massa Crítica e muitos outros que apenas andam de bicicleta por aí, ainda é tributário de um modelo obsoleto de desenvolvimento urbano. Um poder público configurado por agentes tão centrados no uso do automóvel particular que acaba obliterando todas as outras formas de transporte.
Uma cidade tomada por bicicletas seria interessante, mas mais interessante ainda, seria uma cidade tomada por todos os meios de transporte coletivo e individual possíveis. Ao invés de esforçar-se em criminalizar algumas dezenas de pessoas que em um único dia do mês saem às ruas com suas bicicletas, pedalando juntas por algumas vias da cidade, procurando sensibilizar outros cidadãos a fazer o mesmo, o poder público municipal deveria investir todos os esforços possíveis na construção de ciclovias, metrôs, linhas alternativas de ônibus, teleféricos, bondes, transporte fluvial... ah!, e quase esqueci: quem sabe um aeromóvel? Seria uma boa forma de reverter para a população parte da arrecadação dos nossos IPTUs de das multas aos maus motoristas.
Devemos abandonar totalmente o uso do carro de passeio? Talvez não seja necessário ser tão radical. Uma cidade que oferece ao cidadão outras opções de transporte seguro e confortável talves não precise chegar a tal ponto. É a consciência das pessoas que deve mudar, isso é certo. E é justamente neste ponto que a Massa Crítica tem realizado um trabalho excelente. No entanto, é preciso também que as condições para mudança sejam cada vez mais consolidadas, e aí entra o trabalho da Prefeitura Municipal, proporciando os "equipamentos públicos".
Confesso que assim que alcancei um emprego com vencimentos estáveis, ainda que em estágio probatório, corri assim que pude para uma concessionária de veículos e com alguma ajuda familiar, adquiri meu carrinho. Andei por cerca de um ano com ele entre a Cidade Baixa e o Campus do Vale, sempre preocupado com o consumo de gasolina, com a calibaração do pneu, com o excesso de velocidade e com a possibilidade de cruzar com um péssimo motorista na Av. Ipiranga que pudesse macular a lataria de meu automóvel.
Assim como você, antes de morar em Porto Alegre praticamente todo o meu deslocamento era feito de bicileta, na cidade Guaíba. Ônibus, só pra "ir pra Porto" e a um custo-benefício um tanto abusivo. Sonhava com tempo em que haviam balsas para atravessar o lago. Felizmente, esse serviço foi restabelicido, ainda que com necessidade de ampliação, na minha opinião.
Como antigo ciclista, depois de conhecer o Massa Crítica e toda a problemática do uso da bicicleta na Capital, principalmente após o atropelamento na José do Patrocínio, decidi que iria de bicicleta para o trabalho. Já estava cansado de toda essa coisa de pegar ônibus apertado, lotado, poucos horários em alguns momentos do dia... Cansei logo também de ficar sempre preocupado com o meu carrinho, ficar pensando se vou ficar trancado ganstando combustível em alguma avenida...Peguei uma "bike" velha e fui... No início foi difícil vencer os cerca de 13 Km da Cidade Baixa até o Campus do Vale da UFRGS. E ainda tem a volta. Troquei a bicileta por uma novinha, comprada a prestações com o dinheiro que "sobra" da gasolina. Bem melhor. Agora vou e volto numa boa, já estou no pique.
Nos primeiros dias, após chegar cada vez mais suado devido ao aumento de temperatura com a chegada do verão, esperava o corpo esfriar, lava o rosto, trocava de roupa no banheiro mesmo e seguia para o meu local de trabalho. Com o tempo, descobri que há chuveiros em alguns locais do Campus e passei a utilizá-los.
O que posso dizer mais disso? Bem, os dez quilos de sobrepeso se foram junto com as pedaladas. O trajeto casa-trabalho ficou mais interessante e o stress ocorre, e nem sempre, quando fico impossibilitado de ir trabalhar de bicicleta. Abndonei o carro? Não. Mas hoje faço um uso muito mais racional dele. Tornou a ser aquilo para o qual foi criado: um carro de passeio. É usado apenas em circunstâncias especiais.
Caro Juremir, tudo o que escrevi até agora foi no sentido de reforçar o que seguirá agora: se você tem vontade de ir da Ramiro até a PUC de bicicleta, pegue uma e vá! Você vai ver que vale a pena! Estarás contribuindo para o seu bem estar e, inclusive, para o bem estar de outros motoristas ou usuários de transporte coletivo ao ser "menos um". Aproveite a última sexta-feira do mês e faça como eu. Saia do trabalho e vá direto ao Largo Zumbi dos Palmares reunir-se com a Massa para reivindicar o direito a uma cidade viável para TODOS.
Um abraço,
Gabriel de Freitas Focking
Técnico em Assuntos Educacionais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
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Bom dia
Acabei de ler sua coluna e fiquei admirado com a opinião do ator que faz o Harry Poter, filme que alias nunca assisti. Fico pensando se os atores daquelas novelas da rede planeta pensam o mesmo a respeito do que recebem de cascalho, pois cá entre nós, nas ?? elaboradas ?? tramas da trim trim (barulinho da rede planeta) até uma capivara atuaria bem (nada tenho contra esses roedores).
Sds
Paulo Finkler
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Tto qto vc, tb eu sonho com a quase utópica possibilidade de termos as vias de nossas metrópoles destinadas mais aos VEÍCULOS NÃO POLUENTES (pode ser veículo elétrico, movido a energia solar, bicicletas, walk-machine e por aí afora).
Tenho prevenção à exposição ao sol (problemas de pele), razão q me leva a usar chapéu, protetores. Qto à locomoção de ônibus, em meu bairro Assunção, existe apenas a opção de uma linha de ônibus, mto espaçada. Então, me resta em dias de muito sol, o uso do carro. Bicicleta para mim, nem pensar, embora eu adorasse usá-la. Na infância, lá na zona rural de Cruzeiro do Sul, pedalei muito.
Pela m/ rua (Av. Guaiba), à noite alegra-me ver a passagem de dezenas de ciclistas (Bike By Night, parece este o nome da tribo), em altas conversas, interação gostosa. Mas, seria bom reiterar que mtos papais e mamães carregando seus filhos na bici e outros solitários, insistem em andar SEM PROTETOR ALGUM, capacete, sinalização. Para um veículo automotor, tudo isto e mto mais, é exigido. Então, direito de trânsito seguro para todos. Mas todos devem contribuir para este desiderato. SEM PROVOCAÇÕES mútuas!
Torço para q a mentalidade industrialista sem cuidados com a sustentabilidade do universo se implante de uma vez.
Caso contrário, vamos mesmo assistir a lenta degradação do nosso planetinha. E, como diz teu amigo Edgar Morin, Rumo ao abismo?, q comecei a ler nesta semana nos intervalos lúdicos do meu mestrado, a ciência vai produzir "a morte em massa da humanidade" (p. 39).
Grande abraço a vc e temos q nos encontrar nem q seja p/ apenas degustarmos um bom vinho, q tanto gostamos!
Vou pedir p/ a secretária da Afisvec enviar um exemplar da revista Realidade Fiscal (60 anos da Afisvec) , da qual participei na editoração.
Paulo Kronbauer
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Oi, Juremir.
Nestes dias de verão e férias escolares em Porto Alegre, eu e meu marido resolvemos finalmente ensinar nossa filha de 12 anos a andar de bicicleta. Ela tinha estagnado seu aprendizado "na fase da bicicleta com rodinhas auxiliares", simplesmente por ter voltado seus interesses para outros lados.
Sempre comentávamos com ela sobre o prazer de andar de bicicleta e de seus benefícios. Comentávamos sobre os europeus e suas bicicletas, sobre a questão ambiental, sobre o exercício físico, etc. Neste janeiro, numa das folgas de trabalho do meu marido, ele fez um mate e desceu com ela para uma área aberta na garagem do edifício, onde colocou uma música que ela gosta no nosso carro e falou pra ela: agora vai tentando, pra lá e pra cá. Eu fui caminhar, enquanto isso, pois não havia necessidade de dois professores - só enervariam a aprendiz (na real, era um momento pai-filha, e resolvi sair de cena, ihihi).
Eu voltei mais cedo da caminhada, após 40 min, e ela já estava pedalando a bicicleta. Foi uma singela vitória e, te confesso, chorei como uma tola mãe. Me lembrei do esforço que foi o meu aprendizado e do prazer que senti quando aprendi.
Tudo isto, pra te dizer que neste lindo dia chuvoso de janeiro em Porto Alegre, ao me deparar com o teu belo texto também espero por este futuro que não está nada distante. Que venham as bicicletas e seus eternos defensores.
Abs,
Inez.
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Olá,
gostei bastante do seu texto sobre a bicicleta e sua importância para a mobilidade urbana de Porto Alegre.
Sou seu vizinho do andar de baixo, e faço esses trajetos que falaste no texto além de participar da Massa Crítica, só que ao invés de parar na puc, vou até o campus do vale da ufrgs.
Espero que a ciclovia fique boa.
Textos assim sempre ajudam a botar essas pautas na boca do povo e pressionar as autoridades para que façam um trabalho melhor, além de ambientar
as pessoas ao uso da bicicleta.
Um abraço!
Diego Gelain
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Prezado Juremir,
Brilhante o artigo "Cidade das bicicletas". Meus parabéns.
Fico chocado com as tentativas reiteradas de criminalização da bicicleta em nossa aldeia.
Os ciclistas, em sua esmagadora maioria, são pessoas altamente envolvidas com sua comunidade, preocupadas com a cidade, com a humanização do espaço urbano.
É inacreditável a reação dos nativos ao diferente, ao que é contra-majoritário, ao que está fora do "mainstream", enfim, ao novo (ou, até no caso da bicicleta, ao velho!).
Precisamos de mais pessoas com mentalidade aberta e corajosa para transformar Porto Alegre na cidade dos nossos sonhos!
Acho que teu artigo foi uma grande contribuição nesse sentido.
Um grande abraço,
Thiago
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Olá!!
Quero agradecer do fundo do meu coração por suas palavras, tão bem colocadas, em seu artigo do dia 12.01.12, sobre a situação do Magistério. Como sempre seus artigos são maravilhosos.
Quero lhe dizer que sou eternamente grata por utilizar o seu espaço com justiça e respeito aos professores gaúchos, sua voz é a minha voz que está trancada em minha garganta a 24 anos. Já tentamos muitas lutas e nossa situação é totalmente conhecida sua.
Meu bálsamo tem sido ler a sua coluna, pois ali está a verdade. Já que acredito que é somente a verdade que nos libertará.
Que DEUS lhe abençoe e lhe dê a Paz mais profunda por fazer o seu trabalho buscando sempre fazer o bem. Faz sua obrigação, mas para mim faz muito mais pois diz o que não tenho espaço para falar.
OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA!!!!!!!!
REZO MUITO POR VOCE E QUERO QUE SEJAS MUITO FELIZ SEMPRE!!!!!!!!
Professora Antonieta Rosane Salbego
São Leopoldo-RS
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Sou professora de história - e acho que justiça deve ser feita com relação ao desempenho de cada governo, não importando o partido político ao qual pertença. Já houve epoca em que a política do Governo do Estado, se voltou para a educação e para agricultura, dando impulso também aos que moravam na zona rural e assim evitando o êxodo do homem do campo. Foi uma política de "abrir escolas" por todo o interior do Estado. Mas esse tempo terminou e o que vemos hoje é a união de partidos, cujo interesse não é o de investir nesses setores como prioridade. Até se poderia dizer que, quanto a educação, seria a política de "fechar escolas", uma vez que na prática é a política de conter gastos, não pagar professores e tê-los como escravos. Não devemos aceitar o parcelamento do piso, nem mesmo de 7 em 7 dias até completar um mês. O Piso Nacional do Magistério é Lei e portanto, deve ser cumprida de forma integral e imediatamente. Qualquer parcelamento é descaracterizá-lo como Piso. Não somos culpados se por ventura, o Estado está em dificuldades. O Estado também não reconhece as necessidades da educação e nem as dificuldades financeiras dos professores. Se não quiserem pagar, que fechem as escolas e se responsabilizem pelas consequências, porém, não neguem aos professores o que lhes é de direito, o Piso Nacional! Quando há interesse do Governo e dos partidos, estes se unem, não interessa a quem vai prejudicar, é o caso do PacoTarso e os demais projetos que se sucederam. Lembrete: Nem todos somos militantes político, portanto não temos obrigação de contribuir para essa política de "engana, engana". "Nem todo PT, é Lula (que teve a sua história também no incentivo à educação) e nem todo PDT, é Brizola" Tarso ficará na história como Governador déspota, que não respeita leis (e com leis emanadas do Executivo declaradas inconstitucionais), que trata os professores sob o regime de servidão e que adota a política do "engana, engana" ou, da "enrolação". Cachoeira do Sul, 13 de janeiro de 2012. Edith Jaques
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Caro Sr. Juremir Machado da Silva:
Na minha infância e adolescência em Uruguai a bicicleta foi meu veículo. Ela foi minha cúmplice e companheira de longos passeios pela beira mar de Montevidéu e pelos bairros que percorria confiante de que ela era meu passaporte e salvo-conduto para a liberdade. Mas logo, logo o cigarro me tirou dela porque cigarro e bicicleta nunca foram compatíveis. Sempre pensei que um dia tinha que dar novamente uma oportunidade à bicicleta mas o trabalho, o estresse o costume de pegar o carro e sair as ruas me deixaram gordo, sedentário e fumante. Aos 58 anos meu pneumologista determinou que estava com um enfisema pulmonar e teria que deixar o vício do cigarro. Me aconselhou, que em lugar de tornar minha vida um inferno, com uma prioridade para deixar de fumar, deveria trocar de vida buscando os prazeres que desfrutava antes de começar com o cigarro. Disto faz três anos e o primeiro que fiz alem de abandonar o cigarro após 45 anos de vício, foi adotar a bicicleta como meio de transporte, deixando meu carro parado na porta de casa. Retomei a alegria de viver. Aprendi o prazer de ver meu vizinho e de cumprimentar as pessoas a diário, quando vou trabalhar e quando retorno para casa nos meios dias, aprendi a observar em silêncio os quero-queros na beira do Guaíba, conheci muitos ciclistas de todas as profissões imagináveis que a diário usam a bicicleta como meio de transporte. Conheci os encontros do Massa Crítica, conheci muitos cicloativistas que fizeram renovar em mi a vontade de viver e me transformaram também em um cicloativista ativo. Hoje aos 61 anos participo de todas as atividades e de todas as lutas para transformar Porto Alegre na cidade da bicicleta e quando vejo uma pessoa como o senhor fazer um relato tão bonito de amor ao meio ambiente chamando os gaúchos à reflexão me emociono e quero cumprimentar de imediato. Então meu caro amigo Juremir novamente parabéns pelas suas manifestações e pela sua lucidez e clareza para nos transmitir o seu carinho à bicicleta, no seu artigo no Correio do Povo de hoje dia 14 de janeiro de 2012.
Suas palavras fizeram muito feliz este idoso e família.
José Antonio R.Martinez
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Caro Sr. Juremir
Parabéns pelo artigo, animou imensamente meu dia e também o de muita gente, os elogios estão fervilhando nas redes sociais, fiz uma postagem com cópia do artigo no Vá de bici:
http://vadebici.wordpress.com/2012/01/14/cidade-das-bicicletas-por-juremir-machado-da-silva/
Recomendo leitura do Pedalando com Segurança:
http://vadebici.wordpress.com/pedalando-com-seguranca/
E, pegar uma bicicleta e começar a realizar pelo menos parte do teu sonho.
Além disso, tá convidadíssimo a participar da massa crítica, toda a última sexta feira do mês, com saída em torno das 19h do Largo Zumbi dos Palmares.
Vida Longa e Próspera! Olavo
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Por que que quando tu tá falando em droga alienante tu não inclui o carnaval? É porque dessa droga tu gosta? Antônio
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Juremir, já sou um leitor assíduo de seus textos a uma longa data.
Talvez por ser também cicloativista, e pela Massa Crítica estar passando por um momento um pouco opressor com a EPTC, Zero Hora e outros... mas seu texto de hoje me tocou.
É revigorante ver pessoas que a princípio são de fora do movimento falar tão bem assim da bicicleta e defende-la como meio de transporte viável e ideal (melhor ainda se houvessem os sonhados metrôs, como tu citou!).
Um enorme parabéns por tuas tão belas palavras e ainda de uma forma ou de outra, estar nos ajudando (nós, me refiro aos ciclistas), afinal, quem sabe quantas pessoas após ler este maravilhoso texto podem pensar duas vezes antes de buzinar e mandar um ciclista pra calçada, ou talvez olhem para a bicicleta empoeirada da sua garagem.
Sem mais delongas, obrigado, parabéns e abraços!
Atenciosamente,
Pedro Cócaro
Só Bike Salva!
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Bom-dia, Juremir!
Olha só que beleza esse elevador de bicicleta, na rua, que pode ser usado por pedestres.
Esse ficaria ótimo na Lucas e outros morros.
Bom-dia! Um abraço
Janete
http://www.bikepedalecia.com.br/noticias-que-rolam-por-ai/elevador-de-bicicletas-ajuda-cidade-norueguesa-a-aumentar-o-uso-de-bicicletas-como-meio-de-transporte
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Excelente a tua crônica de hoje, Juremir. Beleza mesmo. Tempos atrás o George Clooney tinha dito coisa muito parecida. Ele, além de ficar mais rico a cada filme que faz ou produz, pelo menos está cultivando algumas preocupações assistenciais e levando gente com ele, como o Brad Pitt. Pode ser pouco, mas sempre é alguma coisa. Se o gurizinho do Harry Potter acalmar a sua consciência com o mesmo recurso, é outro fósforo riscado na escuridão.
Abraços.
Rogério Camargo