Sobre cães e gostos (4)
"Diariamente leio tua coluna. Gosto bastante. Quero elogiar especialmente a de ontem "Cães e gostos". Atual! REal! Verdadeira!
Ótimo findi!"
Carmen Rita Brugnera
"Não curti teu comentário sobre cachorros....eles não tem nada de mal ,os donos que são os malas. Olha, parei de ler Veríssimo por dois motivos: tu e um artigo dele que debochava do cães do Ostermann...lamentavel....Tenhas um cão e verás que ele nada te cobra, nem te pede, nem te magoa....apenas te dá AMOR INCONDICIONAL E FIDELIDADE....."
Içara Maineiri
"gostei muito do seu artigo sobre os cachorrinhos urbanos."
Ivone Bengochea
Sou fã do nosso querido Juremir M. da Silva. Seu humor sarcástico e certeiro sobre a política é algo indescritível. Cada palavra é exatamente nossa realidade atual.
Contudo, seu escrito do dia 04/02/11 foi lamentável. Realmente ele não possui nenhuma vivência com animais (o que é ainda mais lamentável), pois ja dizia o ditado "quanto mais conheço os homens, mais admiro os animais". Dispenso mais comentários sobre o resto de sua coluna.
Fica na política Juremir, pois quando divagas para outros temas as tuas opiniões assustam.
Maria Helena B. Antunes - Porto Alegre
caro juremir!
SEMPRE QUE POSSO COMPRO O CORREIO DO POVO , PARA LER MAIS ESPECIALMENTE SOBRE FUTEBOL,POIS SOU COLORADO;
E CLARO, E TBM DO MEU ETERNO RIVAL.
Depois volto e leio sua coluna sempre , sempre. ja pensei muitas vezes em lhes escrever, mas por um ou outro motivo acabava
esquecendo. Mas hoje tenho que lhe escrever, para lhe dar meus sinceros parabens sobre o assunto que escrevestes(caes e gatos).
Ate que enfim começam as vozes ecoarem; e olha nao tenho nada contra os animais, e muito menos cachorros.
UM ABRACO!
Edir Dalprá
Caro Juremir!
Tua coluna nesta sexta, veio de encontro aos anseios de muita gente que comunga com você o horror aos cachorros devoradores de gente, principalmente crianças e idosos indefesos.
Parece que hoje, ter cachorros dentro de casa, na cama e no sofá da sala é elegante, o que acho de extremo mau gosto, além de espantar os amigos, porque a gente não volta nesta casa ou neste apartamento.
Também ainda acredito que cachorro é da porta pra fora, com o devido respeito aos cães pois como você mesmo diz, não tenho nada contra eles, só não admito que me obriguem a dividir um sofá com eles. Hoje eles não anunciam mais quem chega, o dono vive com eles no colo, levando de carro para passear, viajar, etc.
Enfim, adorei teu comentário porque as pessoas estão realmente chamando os monstros de filhinhos e humanizando-os com roupas e sapatos o que designa o final dos tempos. Deixei de visitar inúmeros amigos, que aderiram ao amor incondicional aos cachorros, uma vez que ficar com medo o tempo todo não é legal e eles(donos), pensam que a gente também os ama....Imagine...
Um abraço de sua leitora Iara Elisabeth Dorosz
Olá!
Sou sua leitora, gosto muito da sua coluna,és muito pertinente e gosto disso, mas tenho que discordar de vc na coluna de hoje.Sou defensora ferrenha dos animais e acho que eles muitas vezes tem mais valor um ser humano,pois prefiro ajudar um cachorro na rua à dar uma esmola p um bêbado, drogado ou sei lá o que,´pois é deles que recebemos o carinho sincero e amigo.
Rosecler Escher
Olá Juremir.
Cada vez mais admiro tua coragem e sensatez. Acho nojento a maneira como as madames tratam os cachorrinhos, com beijinhos na boca, roupinhas etc.
Eu por exemplo gosto de cachorros, mas da maneira como meu Pai falava: "GURI E CACHORRO TEM DE SER CRIADO NO PÁTIO, POIS SE VÃO PRÁ RUA E PRA BRIGAR, E DENTRO DE CASA SO PARA ESCULHAMBAR."
Mais uma vez de cumprimento e admiro. De seu fã e amigo. ALMADA.
Não consigo entender como uma pessoa pode não gostar de cães...de pit bul até entendo..mas de todos??? Veja anexo slide..
Véra
Olá Juremir
Parabéns pela coluna (Cães e Gostos). Oportuna. Parabéns por outras colunas "ainda melhores".
Também sou de Livramento e tive um cão chamado Lobo (será que todos os guris de Santana tem cães com este criativo nome?). Depois tive outro que jamais botou "as pata(sic)" dentro de casa. Foi só!
Curioso o sobrenome do artista que ilustrou a tua coluna hoje.
Espero vê-lo como Patrono da próxima feira (e Livramento "Trí-Campeã dos Livros"?). Seria melhor se fosse da Leitura.
Um abraço
João Barboza
Prezado Juremir
Pela presente o cumprimentamos pela coluna "Cães e Gostos". Pela primeira vez se lê na imprensa uma crítica fundamentada feita à "geração totó", que não prioriza os valores maiores tais como: saúde, higiene, limpeza, a própria segurança e de terceiros, em favor dos cães. Cães que em muitos casos recebem tratamento que não são dispensados aos próprios parentes idosos, que são internados em asilos. Mais uma vez parabéns!!! Lino Antonio Jacques - Vacaria –RS
Tenho que concordar consigo nesse assunto. Também misturo os artistas citados. Em matéria de animal: nunca tive um por vontade própria, mas já cuidei de passarinho a cavalo por conta dos outros. Tive uma professora que diz que isso é sintoma de paranóia: esculacham com as pessoas e endeusam os animais. Eu gosto, mas nunca quiz um para mim, mas já fui obrigada a ficar com a cadela da minha sogra, porque a filha dela pegou, não quis mais, deu para ela e esta, simplesmente sumia de casa e deixava o bicho abandonado e dizia; que cuidar, cuida, senão deixa morrer! Eu cuidava! Não o filho dela! Eu cuidava! Durou 15 anos e pelo menos 2 vezes por ano eu cuidava! Na família temos um rotweilwer que defende o território, mas nunca mordeu ninguém, mas eu tenho muito medo, sempre recomendo cuidado para as pessoas pois ele é amigável com quem quer. Também fui mordida por uma pastora alemã quando tinha 4 anos. O trauma não passa nunca. Sou respeitosa com cães. Essa transferência de afeto eu também noto, que na maioria das vezes é exagerada. Pior é quando tansfrerem para os outros a responsabilidade. Minha irmã (tem 43 anos) tem uns 10 gatos - já teve 35 - sai de férias e deixa para minha mãe com 85 anos, que nem enxerga direito, cuidar! Meta pau nesses paranóicos!
Clarisse Pase
Oi, Juremir
Tua crônica Cães e Gostos é razoável - está repleta de razão.
Quando ouço uma madame chamar seu cachorro de "meu filhinho", fico me
perguntando, qual seria a reação dela se eu a chamasse decadela (a mãe
do seu cachorro).
Abraço Cearucho do
Francimar Torres Maia
Adorei! Estamos sendo torturados, dia e noite, por nove cachorros de um lado da casa e cinco do outro. Meus vizinhos chamam os filhos de traste e os cães de meu bem. O potencial afetivo está realmente sendo transferido para cães e gatos. Parabéns
Sueli Frosi