Juremir Machado da Silva

Sobre Diogo Mainardi, cotas e eu

"Celebration" é uma coletânea com 36 faixas, entre elas, duas inéditas
"Celebration" é uma coletânea com 36 faixas, entre elas, duas inéditas Foto : Divulgação
Sobre Diogo Mainardi, cotas e eu

Parabéns professor pelo texto publicado essa semana sobre essa bipolarizacao imposta por muita gente. Sou da mesma opiniao do professor. Nao creio que o ser humano possa ou deva ser encaixado como de direita ou de esquerda, petista, ou anti-petista. Chamo isso de "grenalizacao" da vida e sou contra.
Mudando de assunto, tu já publicaste inúmeros textos sobre lista de livros recomendados; no entanto, quando o assunto é cinema, jamais li uma crítica positiva, a última foi desse filme alemao. Gostaria que o melhor colunista do país desse sua lista de grandes obras do cinema.
Um abraco e parabéns pela ironia e sarcasmo, artigo de luxo na pobre producao cultural nacional.
Eduardo Colonia


Diogo e Juremir
Ser crítico é uma arte, quase que um acinte. Muitas vezes, chocar é o meio pelo qual, consegue-se romper a barreira da lógica burra da mesmice.
Juremir Machado da Silva escreveu em sua coluna deste sábado (13/mar) do Correio do Povo sobre sua amizade com Diogo Mainardi.
Começa por aí a provocação, pois, se já é polêmico ler, imagine ser amigo desse cara. A coluna vai muito além da simples ideia que se tem dos dois, razão pela qual, vale muito a pena conferi-la.
Leio Diogo Mainardi e Juremir e a acidez de ambos é fantástica. Lógico que Mainardi tem sua repercussão ampliada por Veja e Manhatan Connection mas por aqui nosso Juremir não deixa por menos e também é responsável por alguns ’terremotos’.
É complicado nesse país ser crítico, é como ser perseguido por indiferença, repulsa e ironia. Na maioria das vezes, e aqui vai minha opinião, é inveja por escrever destilando verdade absoluta e, principalmente, sem medo.
Não tenho esse talento todo, também não sei se suportaria o fardo de tê-lo. Como não sou jornalista, falta-me tempo disponível para ir atrás de verdades e poder mostrá-las de forma nua e crua.
Sobre os dois, não estou aqui defendendo que devemos acreditar cegamente ou concordar com suas opiniões mas é inegável que saber o que pensam essas criaturas é no mínimo, motivo de questionamento sobre tudo o que vemos, lemos ou acreditamos.
Alexandre Reis
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Caro senhor, parabens pela coluna do ultimo dia 12 de março, sobre a questão das cotas, para os pobres, e para as pessoas da (raça) negra, o conceito de raça, nem deve entrar em discussão, se nos negros entrarmos nesse debate, a questão estarar
perdida, como e visto ,que voce tem lado, o seu lado, não é o da antiga ARENA, depois PDS, depois PFL, e hoje Democratas.
Seu lado, eo lado dos pobres, que e a base sobre ,a qual se alicersa , a nessesidade de corrigir, a distorssão social imposta ,
a NEGROs e NEGRAS, INDIOS e INDIAS, e uma serie de outros, atores sociais ,que sempre viveram a margem da sociedade .
Reacionaria, burguesa e discriminadora, alguns como os democratas(DEM), como voce bem disse, a 500 anos se beneficiam,
do sistema a as vezes são o proprio sistema.
Saudações
Luiz Allberto Pires
( Coordenador da cooperativa Afro-brasileira de geração de emprego e renda)

Meu cronista favorito, claro, sempre que posso.
Gostaria que tu te dispusesse, com o teu cabedal que nem o Mainardi, pois tu tens uma coisa conhecida como PICARDIA Impar, é só tua, de mais ninguem, buenos, a discorrer profundamente, o porque o teu colega, PIMENTA NEVES, réu confesso, por motivo torpe e fútil, tirou a vida de uma linda e venturosa menina, assassinada por ele sem possibilita-la de uma defesa pois foi pelas costas. Tenta te colocar, na condição do pai desta jovem. Se eu pudesse, eu o mataria, com sarcasmo, extraindo sem anestesia, unha por unha, das mãos e do pés, depois fios de cabelo, pêlo, pentelho e cuelho, em seguida colocá-lo nu sobre um formigueiro voraz e ficar apreciando, e, cantando de Roberto e Erasmo " AMADA AMANTE".
Claro que vou ficar, espiando para ver se tu tens a sensibilidade que me parecer ter.
Forte abraço do teu leitor esporádico.
Adilson do Nascimento
600.342.1325-SSP/RS

Boa tarde Sr.Juremir quero parabeniza-lo pelo trabalho que desenvolve na sua carreira brilhante de escritor jornalista.Sr.Juremir peço desculpa pelo incomodo pois gostaria de fazer uma solicitaçao ao Sr. pois venho solicitar a ti se possivel me doar um livro de sua autoria o livro Getulio pois nao tenho como adiquiri sei que nao é tao caro.mais nao tenho renda para adiquir.pois ficarei muito grato.. seja qual for a sua decissao entre em contato.Um grande abraço
Luiz Henrique

Tu, e o Mainardi ( e o Gaspari), os melhores colunistas do Brasil: de acordo Ponto Final.
Pedro Bon

Caro Juremir,
Tua coluna voltou de férias. Está muito interessante novamente. Nesse início de março li colunas ótimas.
Dificilmente ( poderia ser ’nunca’) discordo das tuas posições.
Após ler tua coluna sempre saio fortalecido em minhas convicções e recolho subsídios importantes para defende-las.
Acabei de ler a de sexta sobre cotas universitárias.
Parabéns. Frequentemente discutimos esse assunto em fámília e há discordância entre nós. Enviei tua coluna pra alguns familiares meus.
Meu filho é ’bixo’ 2010 em Medicina na FURG, fruto da capacidade dele ( sem dúvida), mas também das condições de preparação que proporcionei pra ele. Mesmo com meu filho ’na disputa’, sempre defendi as cotas e a universalização do acesso às universidades.
Parabéns de novo. E saudações coloradas!
Eng. Agr. MSc. Marcelo Porto Nicola
Estação Experimental Agronômica - EEA
Faculdade de Agronomia
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS

Sr. Juremir
Confesso que senti muita ansiedade antes de decidir me manifestar a vocês. Nunca havia feito isso. Para minha surpresa o senhor me deu atenção me respondendo cordialmente. Claramente, discordamos em alguns pontos, mas a luz do bom senso, certamente em uma conversa mais demorada, concordaria em muitos outros. Um sentimento de antipatia me moveu ao manifesto, porém, o senhor conquistou um leitor mais atento e respeitoso de suas opiniões, ao me proporcionar um momento de pleno exercício de minha cidadania. Obrigado.
Abraços
Rogério

Juremir, você foi o responsavel pela interrupção de minha paz vespertina. Estava eu tomando uma dose de whiski = doce años = quando me deparei com o seu ajuizado artigo "Cotas no STF". Nem sempre concordo com suas conclusões, mas vibro com a sua capacidade de imaginação, de discernimento e, às vezes, de resultados práticos. A frase da qual gosto muito, de sua lavra, foi esta: "Basta ver que o principal adversário das cotas é o DEM, que já foi PFL, PDS e ARENA, pilar da ditadura, partido de ACM e de Arruda". Esse partido é, sem dúvida, de extrema direita, perigosa como sempre e que, se um dia empalmar o governo federal, vai introduzir no brasil o regime "apartheid". Continuo seu fiel leitor, mas como a democracia me permite, discordando várias vezes. Um abraço.
Carol Majewski
Advogado-OABRS 2752

Juremir, tudo bem??
Leio todos os dias tua coluna e gosto demais.........
Gostaria de te da uma sugestão para uma crônica:" O choro do governador do Rio de Janeiro." Por causa da divisao dos ganhos com o petroleo. Imaginei uma pessoa com um prato cheio de comida, chorando porque teria que dividir e dar um pouco para outras pessoas que estariam famintas...........não é incrível........que coracão tem esse governador...........quanto sentimentos..
Um abraco
Luiz Carlos Costa

Prezado Juremir
Raças não existem, mas etnias, sim. Talvez "cotas étnicas" fosse uma denominação mais apropriada
Atenciosamente,
Amadeu de Oliveira Weinmann
Psicólogo