Literatura gaúcha perde um grande cara
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Literatura gaúcha perde um grande cara

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Paulo Bentancur. Foto: Reprodução do Facebook Paulo Bentancur. Foto: Reprodução do Facebook


 

 

PRINCIPAIS LIVROS

Infantojuvenil

- Agulha ou linha, quem é a rainha? (Projeto, 1992)
- O menino que não gostava de histórias (Solivros, 1995).
- Os homens na caverna – Platão (Ed. Mercado Aberto, 1994; Ed. Artes e Ofícios, 2001)
- É lógico, pô! - Aristóteles (Ed. Mercado Aberto, 1994; Ed. Artes e Ofícios, 2001)
- O menino escondido – Freud (Ed. Mercado Aberto, 1995; Ed. Artes e Ofícios, 2001). Prêmio Açorianos 1996.
- O criador de monstros – Kafka (Ed. Artes e Ofícios, 2001).
- As cores que tremiam – Van Gogh (Ed. Artes e Ofícios, 2001).
- Entre o céu e a terra – Shakespeare (Ed. Artes e Ofícios, 2001).
- A máquina de brincar (Bertrand Brasil, 2005). Adotado pelo PNLD – Governo de São Paulo.
- Três Pais - Clássicos Juvenis Três por Três (Atual Editora, 2009)
Contos/crônicas

- Instruções para iludir relógios (Ed. Artes e Ofícios, 1994). Prefácio de Moacyr Scliar. Prêmio Açorianos 1995.
- Os livros impossíveis (00h00.com, Paris, França, 2000)
- Frio (Ed. Sulina, 2001)
- A solidão do Diabo (Bertrand Brasil, 2006).
Ensaio

- A Feira do Livro de Porto Alegre – 40 anos de História (Ensaio, 1994)

Poesia

- Bodas de osso (Bertrand Brasil, 2005). Prêmio Açorianos 2005.