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As barbadas do último fim de semana da Feira do Livro



Valore$: Um lançamento não é necessariamente caro, nem um clássico barato. Por exemplo, tem um lançamento da J. K. Rowling que está R$ 40 em uma banca e R$ 28 em outra. O livro em questão é “O bicho-da-seda”, segundo da nova série da autora de Harry Potter. Para quem gosta de histórias policias ou admira o trabalho de J. K., Aline garante que é uma boa pedida. Outra obra da lista das “leituras obrigatórias” que está figurando em praticamente todas as bancas e por um bom preço é “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell. “O mais importante é que ele foi lançado nos anos 40 e segue sendo muito atual. É uma obra que traz um reflexo da nossa sociedade, então eu considero uma leitura obrigatória pra nos fazer enxergar o mundo de forma mais clara”, indica a Aline.

Balaio$: Os balaios são velhos conhecidos do público. O achado do passeio foi um clássico, “O Grande Gatsby”, de F. Scott Fitzgerald, na promoção de uma barraca, por menos de R$ 20.

Best-sellers – O autor do momento é John Green, que muitos talvez tenham conhecido por “A Culpa é das Estrelas”. No entanto, Aline tem outra indicação do escritor, “Quem é você, Alasca?”. Mais uma dica: “A Menina que roubava livros”, de Markus Zusak, que foi para os cinemas e tem como tema central o holocausto. As duas obras citadas estão custando entre R$ 20 e R$ 35, o que a Aline considera um pequeno investimento, já que são grandes histórias.

Gauchada: Lembra daquela história do neto que largou tudo pra curtir a vida com a vó que tinha Alzheimer? Pois bem, o livro que narra esses momentos, “Quem, eu?”, do jovem gaúcho Fernando Aguzzoli, está sendo vendido por uma média de R$ 20. Nós encerramos o percurso quando a Aline encontrou um exemplar de “Tragédia da Rua da Praia”, de Rafael Guimaraens. Como um dos destaques da literatura gaúcha, o livro é visto por ela como uma oportunidade pra conhecer melhor Porto Alegre. “Eu poderia citar outros, mas acho que esses têm os elementos necessários pra despertar curiosidade em todos porque eles nos fazem viver outros mundos além do nosso. Acho que a literatura é isso, e vir até a Feira certamente proporciona isso”.