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Cadê a lojinha que tava aqui?



Isso pode acontecer em qualquer data e por qualquer motivo: vender biquínis no verão, decoração de Natal, presentes para o Dia das Mães, etc. A Melissa tá investindo nisso faz um tempo: além do container de Xangri-lá, que vai funcionar como uma loja itinerante, passando por vários lugares, a marca brasileira também abriu uma pop up store em Londres, aproveitando as Olimpíadas.

Pode ser aproveitada também....

As pop ups podem servir tanto para testar um negócio, ou como uma forma de ação promocional. A rede de varejo americana Target abriu uma loja pop up por 15 dias, apenas para vender uma coleção inspirada no seriado Gossip Girl desenhada pela estilista Anna Sui. No Brasil, rolou uma pop up “eventinho”: a marca carioca Farm aproveitou o verão do Rio e manteve até o carnaval uma lojinha temporária que além de vender suas peças, possuía DJs, bar e até aulas de esportes de verão. Esse modelo não se restringe a lojas de moda, também rola com lojas de carro, decoração, restaurantes e até bares.



Em 2010, se tu tava em Porto Alegre, deve lembrar do rebuliço que um bar fez pelo simples motivo: ele ia funcionar apenas por 15 dias. O "Flash Bar" tinha tudo que um pub da Cidade Baixa tem direito: bebida, cardápio variado com comidinhas, decoração...

A ideia partiu de uma agência que, para divulgar um empreendimento que estava sendo construído no bairro com foco no público jovem, achou que seria tudo a ver abrir um bar dentro da construção. Claro que o objetivo era atrair possíveis compradores para os apartamentos do edifício, mas mesmo com a intenção por trás, a ideia deu supercerto e a curiosidade manteve o bar lotado todos os dias.

Viram? Não só novas alternativas para marcas, as pop ups também se tornam alternativas de entretenimento, um novo jeito mais legal de fazer uma coisa que a gente já ama muito: comprar!