O guia de turismo Murilo Cassola, 25 anos, também começou sua vida de stalker com um perfil falso no Orkut. Segundo ele, o limite do stalk está na cabeça de cada um. Ele usa o Face e o Twitter e está ~ansioso pra usar a “busca social”, inclusive já fez sua inscrição (vdd). “Não acho que seja invasiva, pois, afinal de contas, ‘quem tá na chuva, tá pra se molhar’. Se realmente quer privacidade, então nem sai de casa”, comenta.
Já a estudante de Jornalismo Jessica Hübler, 19 anos, nunca foi muito longe no stalk. Ela define como incrível a opção do Facebook que permite marcar as pessoas como “melhores amigos”, o que faz com que tu receba notificações sempre que essa pessoa postar algo. Ela acha que o stalk pode ser dividido em níveis, dependendo da fixação de quem stalkeia. A Jessica acha desnecessário o uso de perfis falsos e mantém conta no Twitter, no Foursquare e no Instagram, além do Face. Ela diz que as pessoas realmente querem invadir um pouco mais a vida dos outros e que as redes sociais só atendem a essa demanda. “Eu acho que todos os usuários do Facebook estão dispostos a serem ‘observados’. Se tu não quer que ninguém saiba da tua vida ou das coisas que tu tá fazendo, não faz uma rede social ou então não publica muita coisa”, conclui.
