
Sabe o legal (!) de escrever sobre política? É sempre a mesma coisa.
Eles não se esforçam pra mudar, logo, nós comunicadores não precisamos nos esforçar para escrever sobre eles. Sim, é um pensamento pequeno este meu, mas é realidade. Assim que é. Tanto é que vou repetir um post, que fiz há 2 anos e vai se encaixar direitinho. Para não ser tão cara dura vou escrever de novo, sem copiar e colar, mas vou dizer a mesma coisa.
Três motivos do porquê ser político é uma barbada:
1) Em NENHUMA outra profissão no mundo tu te emprega num alto cargo se não tiver experiência ou conhecimento. Na política QUALQUER UM é candidato.
2) Em NENHUMA outra profissão tu consegue uma estabilidade tão grande, em tão pouco tempo, independente do tua atuação. Na política tu tem 4 anos pra ter direito a muita coisa, mesmo que tu não faça nada direito.
3) Em NENHUMA outra profissão tu tem tão pouco compromisso real, afinal, na política se tu for mais um a não fazer nada, nada acontece contigo.
Nem vou entrar no mérito dos roubos e desvios de dinheiro público, aliados à impunidade. Vamos nos concentrar nesses 3 itens. Amigos, numa boa, pra começar o assunto: político pra ser candidato tem que ter algum pré-requisito. Precisa ter uma seleção (podia começar com um filtro de honestidade, se bem que...né), uma linha de corte, um mínimo aceitável. O cara que é eleito tinha que passar por um processo mais profissional (basta assistir o horário eleitoral gratuito pra entender do que eu estou falando).
Outra coisa (principalmente pros cargos de vereador, deputado e senador) que deviam fazer é trocar o político que não está dando resultado. Tipo, poderiam ter metas, objetivos, algo assim, e o cara que não alcança ou não cumpre, cai fora. Não é assim em qualquer empresa? Por que na empresa governo não pode ser? Na verdade eu sei que isso é meio utópico, porque dariam um jeito de burlar e fazer esquema nessas metas, mas né, já apertaria um pouco mais o cerco.
Vejo muita gente postando em redes sociais comentários debochando do horário eleitoral. Eu mesmo já o fiz, mas na boa? Nós é que devíamos ser o alvo do deboche. Somos nós que permitimos isso. Somos nós que não nos envolvemos como deveríamos. Deixamos tudo nas mãos deles. Tá errado. Muito errado.