
A coordenadora da Estação Acessibilidade, Márcia Gonçalves, explicou que o ideal seria a troca do piso pelo tabulado, mas que traria um custo alto. No decorrer do trajeto, Aser comemorou a rampa no espaço de sessão de autógrafos, mas salientou a falta da rampa dos dois lados e não somente do lado esquerdo do palco. “Imagina na multidão, precisar fazer toda volta para descer”, disse. Engenheiro da Feira há 17 anos, Eduardo Bergallo, explicou que a rampa só do lado esquerdo foi realmente uma falha. “Foi uma deficiência nossa. Nós podíamos ter pensado”, lamentou.
Conforme Márcia, a Feira contem as rampas, mas nem todas têm a adequação correta e alguns lugares ainda não possuem. “A Farmácia São João, por exemplo, lida com saúde e não tem rampa”, comentou. Em certa altura do nosso passeio, Aser questionou a localização de uma rampa: ela dava de frente para um toldo. Questionamos o engenheiro da feira, Eduardo Bergallo, e ele explicou que aquela rampa não é a de acesso para o espaço. “Essa rampa foi colocada pois muitas pessoas não viam o degrau e caíam. Só que com a chuva, foi estendido o toldo”, afirmou. Em frente a essas dificuldades, a expectativa para 2016 é de melhoria.
Texto: Sofia Schuck/PUCRS
Foto: Filipe Pohren/Ulbra