Boataria na Fórmula 1
Os boatos desta semana na Fórmula 1 falam da venda da Toro Rosso para uma companhia governamental de Abu Dhabi, a International Petroleum Investment Company (IPIC), que já detém uma pequena participação na equipe. O objetivo da IPIC passará por uma estratégia de ampliar o mercado da Cepsa por todo o continente Europeu, sendo a F1 um meio preferencial para o fazer. Por arrasto desta possível mudança de proprietários, o time deverá continuar a ter um piloto espanhol na sua formação, algo que este ano já é conseguido por intermédio de Jaime Alguersuari.
Na Virgin, na quarta-feira, foi demitido Nick Wirth e sua empresa, que haviam tentado dar à equipe de um carro sem o uso de túnel de vento. Será substituído por Pat Symmonds, um dos envolvidos no escândalo Cingapuragate. A Virgin tinha pretensões de ser maior que a Lotus e que a Hispania. Ficou entre as duas no primeiro ano e via sua distância aumentando para a Lotus e diminuindo para a Hispania. A mudança era necessária. Mas a equipe também decidiu mudar de ares e está se mudando para a sede que já foi da Arrows e da Super Aguri. A equipe quer que a Mercedes forneça o motor para 2012 e que a McLaren se torne companheira no desenvolvimento de câmbio e Kers.
Na Renault, fala-se que há falta de dinheiro. O grupos gestor Genii teria pensado em levantar altas somas junto a empresários russos, mas viu os malaios da Lotus como uma oportunidade única. Mas parece que o governo malaio segurou a onda de Dany Bahar, presidente da companhia Lotus. E, talvez por isso, o posto de Nick Heidfeld está ameaçado. Como se sabia desde o início, ele não era o piloto ideal para substituir Robert Kubica. Falta algo para tornar Heidfeld um piloto de primeira. Mas as opções também são fracas. Especula-se que Romain Grosjean seria o candidato para a vaga, apesar de Bruno Senna ser o primeiro reserva. São apenas interesses econômicos. Diz-se até que a equipe poderia ter motores Cosworth em 2012.
