Nunca discorde, ao menos muito, de um bilionário! Eike Baptista havia garantido e cumpriu sua promessa de que Bruno Senna pilotaria a Williams em 2012. Nesta terça-feira a equipe de Grove confirmou o brasileiro ao lado do venezuelano Pastor Maldonado. A princípio, isto coloca um fim à carreira de 19 temporadas de Rubens Barrichello, quarto maior piloto brasileiro nas estatísticas da Fórmula 1.Sabe-se que foi um grande "leilão" da Williams entre condições técnicas dos pilotos e a quantidade de patrocinadores que poderiam trazer. Os valores, conforme especulações na Inglaterra, giravam na casa de 17 milhões de dólares por parte de Bruno e 5 milhões que poderiam ser reunidos por Barrichello. A equipe de engenheiros, pedia o veterano, já que não possuía uma base boa com Maldonado e agora terá que aprender tudo de novo com Senna. Ainda assim, essa diferença de conhecimento não valia mais de 10 milhões, a diferença no pacote de patrocínio, que fez o executivo-chefe, Adam Parr, bater o martelo.
No Twitter, Barrichello postou durante esta manhã: "O futuro segue em aberto..." Ele desejou sorte "ao meu amigo Bruno Senna", mas quis dar a entender que ainda não é uma aposentadoria das pistas. Resta aguardar, mas as vagas praticamente se esgotaram: HRT está realmente em aberto e a Caterham poderia tirar Trulli.
