“Na prova de Guaporé, tomei dois décimos do tempo do Marcas & Pilotos. Se for fazer comparação, até pouco tempo parecia inatingível”, opina. “O carro de tração dianteira dobra melhor que o de traseira, mais estável nas curvas de alta. Mas a gente é melhor nas curvas de baixa, por causa da retomada da tração traseira”, pondera.
Sobre levar o “caneco” para casa, Everson analisa que foi “consequência de um trabalho regular”. Ele lembrou que deixou de vencer na primeira etapa em Guaporé, por conta de uma peça de R$ 50,00, que quebrou a embreagem, e de outras dificuldades. Mas que foi recuperando os bons resultados na tabela até o título.
Confira a classificação final do campeonato:


