"Indianápolis mexe com a cabeça do piloto", reflete Matheus Leist após as 500 Milhas

"Indianápolis mexe com a cabeça do piloto", reflete Matheus Leist após as 500 Milhas

publicidade

Foco em todas as 200 voltas para evitar o muro


E lá dentro, não é apenas a pista que oferece desafios e perigos. "Hoje descobri para valer os pilotos que dá para dividir curva. Mas também os muito doidos. Tinha muita gente fazendo "ca****", com um carro muito instável", citou. As batidas, porém, ele creditou à natureza da competição. "O acidente acontece, é o preço para quem está aqui para ganhar essa corrida. É fazer o máximo o tempo todo para conseguir uma colocação", pontuou Matheus.

Na penúltima relargada da corrida, ele mesmo viveu o drama de brevemente perder o controle, se prensado entre rivais e ver o muro chegar mais perto que o recomendável. "Tinha tanta gente na frente, que o carro entra no ar sujo e atravessa. Eu precisei ficar atento o tempo todo na corrida para salvar essa", narrou. Como todos os outros 32 pilotos que enfrentaram a maratona, Matheus está exausto, mas a Fórmula Indy não para. Semana que vem, volta a correr em Detroit, em 2019, Indianápolis voltará.

Correio do Povo
DESDE 1º DE OUTUBRO 1895