
Boessio rodou na pista na primeira fase da corrida, depois de passar por uma poça de óleo, e caiu para a última posição. Buscando recuperação, era o 11º quando a prova teve a neutralização regulamentar, após meia hora. Já na segunda fase, teve mais contratempos com o óleo no traçado. “Acabei rodando e levei um toque do Raijan Mascarello. Nesse incidente eu fui para último e tive que começar de novo a recuperar posições”, lembra o piloto.
Ocupando o 18º lugar na classificação do campeonato, Boessio prefere capitalizar o ganho de rendimento no caminhão. “Foi a nossa conquista do fim de semana, ver que o caminhão está bem mais competitivo e muito constante. O que aconteceu nas corridas foi isso, coisa de corrida”, diz o gaúcho, que tem apoio de Suspentech, Rodrigotto, BorgWarner e Aesa Molas. A próxima etapa será disputada no dia 13 de setembro no Autódromo Internacional de Curitiba.
