Conforme estudo da American Psychological Association, gestores que priorizam o autocuidado têm uma probabilidade 36% maior de manter altos níveis de engajamento e produtividade em seus times. Eles apresentam maior capacidade de adaptação, menor índice de esgotamento e conseguem cultivar um ambiente organizacional mais saudável e colaborativo.
De acordo com Carla Martins, vice-presidente do SERAC, hub de soluções corporativas, o autocuidado vai além de hábitos físicos ou de saúde. “Liderar bem começa com o entendimento de que o cuidado consigo mesmo é necessário. A capacidade de inspirar e orientar outras pessoas está ligada ao quanto estamos alinhados com as nossas próprias necessidades emocionais, mentais e físicas. Quando negligenciamos isso, perdemos a energia e a clareza necessárias para tomar decisões assertivas e estratégicas”, avalia a executiva.
