Chega de impostos
Os governos, nas três esferas, sabidamente não geram receitas, sendo mantidos com os tributos que, com o trabalho da área privada, arrecadam. Com essa posição não aviltamos a importância das ações públicas em determinadas áreas. Forma de devolver, para isso existem, em obras essenciais à população. Matéria pacífica que estamos excessivamente tributados, circunstância que afasta imaginar-se criação ou majoração de impostos, seja IOF ou qualquer outro. Quando surge qualquer tipo de dificuldade, apelar para oneração da área privada caminho extremamente singelo, com ausência de criatividade. O governo federal, mais o Congresso Nacional, haveriam de pensar em reforma administrativa e mexer nas chamadas emendas parlamentares, antes de trazerem novos encargos à população. Os agentes produtivos, sejam pessoas jurídicas ou físicas, merecem ser aliviados, não onerados. Sempre há tempo para corrigendas.
Jorge Lisbôa Goelzer, Erechim, via e-mail
Qualidade de vida
Feito inédito no país, Presidente Lucena é o município com melhor qualidade de vida do Rio Grande do Sul e o sexto no país. Só ficou atrás de seis municípios do interior de São Paulo no ranking do Instituto Imazon, baseado no Índice de Progresso Social (IPS), que avalia os 5.570 municípios do país. A pesquisa é baseada nas necessidades humanas básicas, fundamento do bem-estar e oportunidades em 57 indicadores sociais e ambientais. Conforme a reportagem de Guilherme Sperafico, a cidade, com 3 mil habitantes, localizada entre a Serra e a Região Metropolitana, uniu este feito à tradição alemã, à tranquilidade e ao sotaque germânico. Pelo censo de 2022, a população tem 100% de abastecimento de água sob controle público, a coleta seletiva é um hábito consolidado e as escolas têm turno integral. A criminalidade é tão rara que as pessoas nem lembram quando houve algum homicídio. Em 2023 e 2024, por exemplo, não ocorreu nenhum roubo. Espero, em algum dia, poder visitar esta pequena maravilha e aprender como bem viver.
Magnólia C. dos Santos, Porto Alegre, via e-mail
Arrombamentos
Está ocorrendo, entre os números 4.400 e 5.500 da avenida Protásio Alves, uma série de arrombamentos em lojas e garagens. Os moradores e comerciantes têm que comunicar à Polícia Civil e à Brigada Militar, pois só assim teremos um pouco de paz, com policiamento ostensivo durante as madrugadas. Os meliantes estão cada vez mais ousados e só podemos nos defender na base do grito.
Heraldo Quesada, Porto Alegre, via e-mail