Guaracy Andrade

Bate-papo e encontros

O mercado automobilístico de luxo passa por uma grande transformação

Paula Falcão Cruz, uma das coordenadoras da confraria Trucchi Amici, brindou com as convidadas
Paula Falcão Cruz, uma das coordenadoras da confraria Trucchi Amici, brindou com as convidadas Foto : Marcos Azevedo / Especial / CP

Bate-papo e autógrafos

O tema do encontro dos escritores Letícia Wierzchowski e Luís Henrique Pellanda na 71ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre será “A Forma e o Tempo da crônica”. O evento está marcado para o próximo domingo, dia 9, às 16h30min, no Auditório Erico Verissimo. O bate-papo terá a mediação da jornalista e editora Lu Thomé, seguido de sessão de autógrafos dos escritores.

Luxo e desempenho

O mercado automobilístico de luxo passa por uma grande transformação. Marcas consagradas como Mercedes, Genesis, Porsche, Audi e Rolls-Royce, estão à frente dessa nova era, combinando sustentabilidade, tecnologia de ponta e desempenho em seus mais recentes modelos 100% elétricos. O que antes era um nicho voltado apenas à eficiência energética e à redução de emissões, tornou-se um símbolo de status e inovação. Os veículos elétricos de luxo deixaram de ser sinônimo apenas de consciência ambiental para se consolidarem como máquinas de alta performance, capazes de acelerar de 0 a 100 km/h em poucos segundos, com níveis de conforto e conectividade.

Desigualdade

A desigualdade salarial entre homens e mulheres continua sendo uma realidade no Brasil. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, elas ganham, em média, 21% menos do que os homens, mesmo quando atuam nos mesmos setores e exercem funções equivalentes. A disparidade torna-se ainda mais evidente quando se cruza o recorte de gênero com o de raça. Entre mulheres negras e homens brancos que atuam no setor privado, a diferença salarial chega a 53 %— um índice que revela não apenas desigualdade de gênero, mas também o peso do racismo estrutural no mercado de trabalho. O levantamento, que analisou 54 mil empresas com mais de 100 funcionários, mostra que a remuneração média feminina gira em torno de R$ 4 mil, enquanto os homens recebem aproximadamente R$ 5 mil. Esses números refletem em que as mulheres, especialmente as negras, enfrentam dificuldades não só para alcançar cargos de lideranças, mas também para receber salários justos e proporcionais aos seus desempenhos.