Guaracy Andrade

Conexões sociais são positivas para a saúde

Marcelo e Lina Dantas, com Shirlei Fritsch, Marcelo Dietrich e João Müller na comemoração dos 30 anos da Doctor Clin, na última quinta-feira, na  Sociedade Aliança, em  Novo Hamburgo
Marcelo e Lina Dantas, com Shirlei Fritsch, Marcelo Dietrich e João Müller na comemoração dos 30 anos da Doctor Clin, na última quinta-feira, na Sociedade Aliança, em Novo Hamburgo Foto : Fabiano do Amaral / CP

O cérebro precisa de amigos

Em uma sociedade cada vez mais conectada digitalmente, a solidão atinge níveis recordes. No livro “O cérebro precisa de amigos: a neurociência da conexão social”, lançado no Brasil pela HarperCollins, o neurocientista Ben Rein investiga os impactos do isolamento na saúde física e mental. Segundo o autor, a falta de vínculos sociais aumenta os níveis de inflamação no organismo e eleva em até 50% o risco de morte entre pessoas com relacionamentos frágeis. O impacto seria maior do que o associado à obesidade e à exposição à poluição intensa. Rein também destaca que a dor da exclusão social ativa as mesmas áreas cerebrais da dor física. Estudos citados na obra indicam ainda que analgésicos comuns, como o paracetamol, podem reduzir temporariamente a sensação da chamada “dor da solidão”, mas também diminuir a capacidade de empatia.

Duro golpe

A decisão dos Estados Unidos de impor uma sobretaxa de 25% sobre cerca de 3 mil produtos brasileiros, anunciada em 15 de julho como resultado da investigação da Seção 301, é considerada um duro golpe para a relação comercial entre os dois países. A medida, que entra em vigor em 22 de julho, deve atingir mais de US$ 11 bilhões em exportações brasileiras, principalmente dos setores industrial e do agronegócio, tornando o acesso do Brasil ao mercado norte-americano um dos mais restritivos do mundo. Além de afetar exportadores brasileiros, a sobretaxa pode elevar custos para empresas e consumidores dos Estados Unidos, reduzir a competitividade de indústrias que utilizam insumos brasileiros e ampliar a dependência de fornecedores asiáticos. A medida também tende a dificultar a cooperação bilateral em áreas estratégicas, como minerais críticos, energia, economia digital e propriedade intelectual.

Turismo náutico

A programação comemorativa pelos 62 anos de Balneário Camboriú (SC) contará com uma atração voltada ao turismo náutico. Neste sábado, 18 de julho, o município sediará a terceira etapa do Circuito de Regatas Marina Itajaí, considerado o maior da modalidade na Região Sul do Brasil. A expectativa da organização é reunir cerca de 120 velejadores e 30 embarcações em uma competição que promete movimentar o litoral norte catarinense. A largada está prevista para as 12h, no final da Praia de Cabeçudas, em Itajaí. O percurso seguirá pela Praia Brava até a orla da Praia Central de Balneário Camboriú, permitindo que moradores e turistas acompanhem a disputa de diferentes pontos da cidade. A programação será encerrada às 17h, na Marina Itajaí, com a cerimônia de premiação dos vencedores, entrega de medalhas e um happy hour para os participantes. Além do caráter esportivo, o evento valoriza o turismo náutico na região. Segundo o secretário de Turismo de Balneário Camboriú, Evandro Neiva, a realização da regata vai além do lazer e contribui para o desenvolvimento econômico do Estado.