De Olho no Consumo
A proximidade da implementação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), prevista na Reforma Tributária sobre o consumo, colocou a gestão dos saldos credores de PIS/Cofins no centro das estratégias financeiras das empresas. Antes restrito às áreas fiscais, o tema ganha força por representar um ativo capaz de reduzir o pagamento de tributos futuros e reforçar o fluxo de caixa das organizações. De acordo com a Receita Federal, cerca de R$ 140 bilhões em créditos tributários de PIS/Cofins permanecerão válidos durante o período de transição para a CBS. Os números mostram a dimensão do desafio. Aproximadamente 100 mil empresas brasileiras possuem créditos acumulados de PIS/Cofins. Desse total, 70% concentram saldos inferiores a R$ 100 mil, enquanto 90% acumulam menos de R$ 1 milhão, evidenciando que a maior parte dos créditos está distribuída entre pequenas e médias empresas. Ao mesmo tempo, a Receita Federal identificou divergências em cerca de 12 mil empresas, envolvendo aproximadamente R$ 44 bilhões em créditos tributários.
Foco na expansão
A Bronze da GG, pioneira no bronzeamento a jato premium no Brasil, celebra 10 anos de atuação com o lançamento de seu rebranding. A nova identidade visual, as embalagens renovadas da linha Home Care e a atualização da comunicação marcam uma nova fase da empresa, acompanhando a expansão da rede de franquias com posicionamento no segmento premium. Inspirada na técnica de bronzeamento a jato popularizada em Hollywood, a marca ajudou a consolidar no país uma alternativa prática, segura e com resultado natural ao bronzeamento tradicional. Com uma mudança estética, o rebranding representa a evolução da Bronze da GG, preservando o modo que conquistou milhares de clientes ao longo da última década. A comemoração dos 10 anos também inaugura um novo ciclo de crescimento, com foco na expansão nacional das franquias e na ampliação do portfólio de produtos e experiências, reafirmando o compromisso da marca com inovação, excelência e qualidade.
Livro, um bom investimento
Mesmo em um cenário de maior atenção aos gastos, os livros continuam ocupando espaço no orçamento de muitos brasileiros. Pesquisa realizada pela Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box, mostra que 54% dos entrevistados compraram pelo menos um livro nos últimos 12 meses, enquanto 47% consideram esse tipo de aquisição um investimento. Apesar do interesse pela leitura, a pesquisa revela que as restrições financeiras ainda são um obstáculo. Sete em cada dez brasileiros (70%) afirmam já ter deixado de comprar um livro por falta de dinheiro, evidenciando o impacto do orçamento doméstico nas decisões de consumo.
O levantamento também aponta que a leitura é vista como uma importante aliada do desenvolvimento pessoal. Para 81% dos participantes, os livros ampliam a visão de mundo e ajudam a compreender diferentes perspectivas. Além disso, 57% dizem recorrer à leitura em busca de benefícios para a saúde mental, enquanto 56% a utilizam como fonte de aprendizado e conhecimento.
