Guaracy Andrade

Passarelas e finanças

Calendário internacional da moda acelera rumo ao inverno 2026

Gilmar e Zulma Veloz nas festas de Atlântida
Gilmar e Zulma Veloz nas festas de Atlântida Foto : Guaracy Andrade / Especial / CP

Moda em Nova Iorque

Enquanto o Brasil mergulhou no ritmo do Carnaval, o calendário internacional da moda já acelera os passos rumo ao inverno 2026. A temporada teve início com a New York Fashion Week (NYFW), um dos principais termômetros do circuito global, reunindo marcas consagradas e novos talentos que despontam na indústria. Entre os destaques desta edição estão grifes como Calvin Klein e Michael Kors, que apresentaram suas apostas para a próxima estação, ao lado de estilistas emergentes que vêm conquistando espaço e atenção da crítica especializada. Nas passarelas nova-iorquinas, as modelos brasileiras mantiveram presença de destaque. Um dos nomes da nova geração, Maria Klaumann amplia sua projeção internacional ao desfilar para o estilista britânico Christian Cowan. Esta é a segunda participação da modelo em um desfile do criador — a primeira ocorreu na coleção de primavera 2025, também em Nova York.

Pesquisa financeira

Um novo levantamento da TransUnion aponta a consolidação da preferência dos brasileiros por serviços bancários digitais e fintechs. De acordo com o estudo Consumer Pulse, mais da metade dos entrevistados, 55% se identifica como cliente de banco digital, fintech ou provedor de pagamento no modelo “compre agora, pague depois” (BNPL). A pesquisa também revela que essa relação não é recente: 42% afirmam manter vínculo com essas instituições há mais de três anos, o que demonstra costume e fidelização do público em relação às soluções financeiras digitais. O nível de confiança também se destaca. Segundo o levantamento, 63% dos entrevistados afirmaram que retornariam ou continuariam a utilizar essas instituições para contratar novos produtos financeiros, como empréstimos e cartões de crédito. O dado indica que as fintechs e bancos digitais não são mais vistos apenas como alternativas, mas como protagonistas no relacionamento financeiro de longo prazo. Entre os principais motivos para a preferência estão a experiência positiva oferecida pelo provedor atual, citada por 63% dos participantes, e ofertas proativas — como aumentos no limite de crédito — mencionadas por 24% dos entrevistados.

Eduardo Assis e a mulher, Paula, com o filho Dudu, no Paleta Atlântida | Foto: Guaracy Andrade / Especial / CP