O que estamos vivendo aqui no Rio Grande do Sul, de forma geral, reflete também em poucas sessões de cinema funcionando. Algumas estreias não conseguem esperar a água baixar e às vidas se reconstruírem. Como for possível. Mas o desejo é que se possa resgatar o máximo do que se perdeu. Enquanto aos filmes, talvez não na tela grande, como deveria ser para desfrutar qualidade de som e imagem que para as quais foram criadas. Entre estas novidades estão dois títulos. O primeiro é a continuação da saga pós apocalíptica vista em “Furiosa: Uma Saga Mad Max”. A produção australiana que bebeu na fonte do primeiro filme,momento que fez decolar a carreira do ator norteamericano Mel Gibson, chega envolvida em drogas ilícitas e violência extrema. Sob a batuta do diretor George Miller, quem reuniu a jovem Anya Taylor-Joy, o bonitão do momento Chris Hemsworth e Alyla Browne para contar a história de origem da guerreira renegada Furiosa (papel já vivido por Charlize Theron). Mostra agora sua jornada até se juntar a Max em “Mad Max: Estrada da Fúria”, de 2015. Um recorrido cinematográfico que vale ser visto em sequência. Na tela que for.
Outra novidade nas telonas também se baseia em uma saga. Enquanto a “Furiosa”, de Miller nos leva ao clássico de 1979, já com a assinatura do australiano na direção, “Planeta dos Macacos - O Reinado” rememora a produção de 1968 dirigida por Franklin J. Schaffner. Na aparição símia de 2024, a direção é do norteamericano Wes Ball, e dá um salto no tempo após a conclusão da “Guerra pelo Planeta dos Macacos”. Muitas sociedades de macacos cresceram desde que César levou seu povo a um oásis, enquanto os humanos foram reduzidos a sobreviver e se esconder nas sombras. Surge então um novo cenário, no qual um líder macaco começa a escravizar outros grupos para encontrar tecnologia humana. Na outra ponta da trama, um jovem macaco, que viu seu clã ser capturado, embarca em uma viagem para encontrar a liberdade. Passado e futuro nas telas. Como na vida real.
