O nosso Exército tem uma seção importantíssima denominada Comando de Operações Especiais (COpEsp), da qual fazem parte os chamados “kids pretos”. Os “kids” são a elite da Força Terrestre do Brasil, e o treinamento de seus integrantes é nos moldes das melhores forças especiais do mundo, tais como as norte-americanas Comando Delta, Seals, Boinas Verdes, Rangers, SAS e SBS (britânicas) e Shayetet 13 (Israel) entre tantas outras de países que necessitam desses homens treinados para missões de extraordinária complexidade. Pois os nossos “kids pretos” estão na mesma categoria pelo treinamento que recebem. Agora, diante das denúncias que esses soldados teriam a missão de impedir a posse do presidente Lula, além de executar ações com a eliminação física de diversas autoridades brasileiras, o Alto Comando do Exército quer reduzir o efetivo dos “kids pretos”, num evidente equívoco a respeito dessa unidade de vital importância tática e estratégica para a Segurança Nacional. Os “kids pretos” recebem treinamento especial para participar de missões sigilosas e arriscadas, como ações de sabotagem e operações de guerra irregular, assim como impedir insurgência popular, terrorismo e guerrilha. Se existiu realmente um apoio militar especial para uma tentativa de golpe em janeiro de 2023 que os responsáveis sejam punidos, mas a unidade mais bem treinada do Exército não pode ser atingida com redução de seu efetivo. Os “kids pretos” são acionados “quando o Exército precisa de resultados decisivos, definitivos e contundentes”, na definição do general Rui Yutaka Matsuda, comandante militar do Planalto de 2020 a 2022. Vida longa aos bravos “kids pretos”!
Marqueteiro surpreende
O marqueteiro político Pablo Nobel, com 25 campanhas políticas no currículo, entre elas a de Tarcísio de Freitas para o governo paulista e a de Javier Milei, no segundo turno da eleição argentina, está dizendo que o melhor candidato governista para presidente, caso Lula não concorra à reeleição, é o ministro do STF Flávio Dino.
Porque Flávio Dino (1)
Para Pablo Nobel, o fracasso de Fernando Haddad na condução da política econômica do governo e a consequente queda de popularidade de Lula no Nordeste, uma boa aposta da esquerda na sucessão presidencial é o nome de Flávio Dino que já foi governador do Maranhão por duas vezes e ganhou no voto a vaga de senador em 2022 com 62,41 dos votos.
Porque Flávio Dino (2)
Pablo Nobel é quem diz: “Flávio Dino é nordestino, é articulado, dá respostas ácidas quando pressionado, o que funciona bem nas redes sociais. Isto pode ajudar a esquerda numa região onde o lulopetismo está caindo”.
Porque não Haddad
O marqueteiro Pablo Nobel explica por que não Fernando Haddad como candidato presidencial em 2026: “Haddad está vindo de três derrotas consecutivas nas urnas e será responsabilizado pelo fracasso da gestão econômica”.
Nem picanha nem frutas
Estudo publicado pela revista científica Cadernos de Saúde Pública, apoiada pela Fundação Oswaldo Cruz, mostrou que menos de 25% da população brasileira consome frutas e hortaliças na quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Ou, ainda: em torno de 75% dos brasileiros não consomem frutas e hortaliças conforme a OMS. Picanha, então, nem pensar…
Meu Brasil brasileiro
Entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março foram registradas 2.528 ocorrências de furtos ou roubos de celulares no carnaval da capital paulista, conforme dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.
O que há com o Poder Judiciário?
No Maranhão, três desembargadores e um juiz foram afastados por corrupção e lavagem de dinheiro. No Amazonas, um desembargador e três juízes foram afastados por fraude milionária na Eletrobrás e por soltar um traficante. No Mato Grosso, a mesma punição para dois desembargadores por venda de sentenças. No Mato Grosso do Sul, mais cinco desembargadores afastados também por venda de sentenças. Na Bahia, seis desembargadores e três juízes figuravam na Operação Faroeste envolvidos em “atividades criminosas”.
Direito adquirido
Os programas sociais do governo como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida e Prouni já não rendem mais votos para Lula. Os que hoje recebem aqueles benefícios não confirmam mais uma fidelidade ao Palácio do Planalto e isso ficou revelado na última eleição municipal. A maioria acha que tem direito adquirido.
